Após o tratamento cirúrgico ou radioterapia para tumor íntimo, alguns homens passam a apresentar dificuldade persistente de rigidez.
Quando as medicações não apresentam resposta satisfatória, é comum surgir frustração e insegurança.
Mas é importante entender: falha terapêutica não significa ausência de opções.
O implante é considerado quando:
- As medicações não funcionam;
- As terapias menos invasivas não trouxeram resultado;
- O paciente busca uma solução definitiva para restaurar a rigidez.
O implante não interfere no desejo, não altera hormônios e não modifica a capacidade de atingir prazer.
Ele atua substituindo mecanicamente o mecanismo de rigidez, sendo considerado tratamento definitivo para casos refratários.
Cada situação deve ser avaliada com critério médico.
Não se trata de milagre, mas de indicação adequada.
Se você já realizou tratamento clínico e não teve resposta, uma nova avaliação pode esclarecer as opções disponíveis.
Nem todos precisam de implante. Mas, para alguns pacientes, pode representar melhora significativa na qualidade de vida.












