Homem também precisa de check-up: 5 cuidados que não deveriam ficar para depois

1. Avaliar a saúde da prós.tata

A partir de certa idade, ou antes quando há histórico familiar, o acompanhamento urológico ajuda a identificar alterações de forma mais precoce.

2. Investigar sintomas urinários

Jato fraco, vontade frequente de urinar, ardência ou acordar muitas vezes à noite não devem ser tratados como “coisa normal”.

3. Cuidar da saúde se.xual

Dificuldade de ere.ção, queda da libido ou alterações na eja.culação podem ter relação com fatores hormonais, vasculares, emocionais ou metabólicos.

4. Olhar para exames de rotina

Glicemia, colesterol, pressão, função renal e hormônios podem mostrar sinais importantes sobre a saúde do homem.

5. Não esperar sentir dor para procurar ajuda

Muitos problemas de saúde começam silenciosos. Check-up não é exagero, é cuidado.

Agende sua consulta e faça uma avaliação individualizada.

UROLOGISTA EM REGISTRO/SP

Excelência em saúde masculina

Mais que um médico, um parceiro em sua qualidade de vida!

Dr. Guilherme Seimaru • Urologista

Este site tem caráter informativo e educacional. O paciente jamais deve usar seu conteúdo para autodiagnóstico ou autotratamento.

HoLEP e vida íntima: o que pode mudar após o procedimento?

Uma das principais dúvidas de homens com aumento benigno da glândula masculina é se o tratamento pode afetar a vida íntima. Esse receio faz com que alguns pacientes adiem a avaliação, mesmo quando os sintomas urinários já interferem na rotina e na qualidade de vida. É importante entender que a resposta íntima e a liberação do líquido seminal são funções diferentes. A primeira está relacionada à rigidez da região, enquanto a segunda corresponde à saída do líquido durante o momento de prazer. Quando bem indicado e realizado com técnica adequada, o HoLEP costuma apresentar baixo risco de comprometer a resposta íntima. O objetivo do procedimento é desobstruir a passagem da urina, sem atuar diretamente nos mecanismos responsáveis pela rigidez. A mudança observada com maior frequência ocorre na liberação do líquido seminal. Após o procedimento, alguns homens podem perceber redução ou ausência da saída do líquido. Essa alteração é conhecida como

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Urofill: o que o homem precisa saber antes do preenchimento pe.niano?

Não é só sobre volume Antes de pensar no procedimento, é preciso entender indicação, expectativas, anatomia e segurança. A decisão deve ser médica, não baseada em comparação ou insegurança. Nem todo homem tem indicação A avaliação urológica analisa histórico de saúde, queixas, uso de medicamentos, expectativas e possíveis contraindicações. Expectativa real importa O preenchimento pe.niano pode ter indicação em casos selecionados, mas não deve ser tratado como promessa de desempenho, autoestima ou resultado padrão. Cada caso precisa ser avaliado individualmente. Segurança vem antes da estética Tipo de produto, técnica, quantidade aplicada e acompanhamento fazem diferença no resultado e na segurança. Está considerando o Urofill? Agende uma avaliação para entender se faz sentido para o seu caso.

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UroFill: como definir a quantidade de ácido hialurônico?

A quantidade de ácido hialurônico utilizada na técnica UroFill® não é fixa. O volume é definido de acordo com a anatomia de cada paciente, as características dos tecidos e o objetivo estético desejado, não existindo uma medida ideal que sirva para todos. Entre os principais fatores avaliados estão a circunferência inicial da região, o comprimento, a espessura e a elasticidade da pele, a presença de irregularidades ou assimetrias e o grau de mudança esperado. Pacientes com maior extensão ou diâmetro podem necessitar de uma quantidade diferente de produto para que a aplicação seja distribuída de maneira uniforme. Da mesma forma, uma alteração mais discreta exige uma abordagem diferente de uma mudança mais perceptível. A segurança deve estar sempre acima da quantidade aplicada. Respeitar a capacidade dos tecidos e, quando necessário, realizar o procedimento de forma gradual é mais importante do que atingir um volume específico em uma única sessão. A

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O que acontece em uma consulta por alteração na função íntima?

Primeiro, eu preciso entender o que mudou Quando a dificuldade começou? A resposta acontece e perde firmeza depois? Isso ocorre em todas as situações íntimas ou apenas em alguns momentos? Antes de pensar em tratamento, precisamos entender o padrão da queixa. Depois, a conversa vai além da vida íntima Pressão alta, diabetes, colesterol, medicamentos, cirurgias, sono, estresse, hábitos e alterações hormonais podem interferir na resposta íntima. Por isso, a consulta não se resume a perguntar se “funciona ou não funciona”. E os exames? Nem todo paciente precisa dos mesmos Dependendo do que aparece na avaliação, podem ser solicitados exames laboratoriais ou avaliações específicas, como o Doppler da região íntima masculina. O objetivo é pedir apenas o que realmente pode ajudar a esclarecer a causa. Só depois discutimos o tratamento Não existe uma receita única para alterações na função íntima. O tratamento depende da causa, do histórico e das necessidades de

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Perda de interesse pela vida íntima: o que pode estar acontecendo?

A redução do desejo pode acontecer por diferentes motivos e, quando se torna persistente ou representa uma mudança importante em relação ao habitual, merece investigação. Nem sempre a causa está relacionada apenas aos níveis de testosterona. Entre os fatores que podem contribuir estão alterações hormonais, estresse, ansiedade, depressão, qualidade inadequada do sono, apneia, diabetes, obesidade, alterações da tireoide e o uso de determinados medicamentos. Questões emocionais, dificuldades no relacionamento e preocupação excessiva com o desempenho também podem influenciar o interesse e a disposição para a vida íntima. Por isso, iniciar uma reposição hormonal sem compreender a causa nem sempre é a conduta mais adequada. O desejo é resultado da interação entre saúde hormonal, física e emocional, além de aspectos relacionados ao estilo de vida e aos relacionamentos. Uma avaliação individualizada permite identificar os fatores envolvidos e direcionar o cuidado de maneira mais adequada.

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Percebeu mudanças no tamanho ou no formato da região íntima?

O ganho de peso e o acúmulo de gordura na região pubiana podem encobrir parte da região íntima, fazendo com que ela pareça menor, mesmo sem alteração em seu tamanho real. Em alguns casos, porém, também podem ocorrer mudanças no comprimento ou no formato. Condições como doença de Peyronie, cirurgias na região pélvica, tratamentos oncológicos, radioterapia e traumas podem estar associadas a essas alterações. O primeiro passo é identificar a causa. A avaliação médica pode considerar fatores como ganho de peso, presença de curvatura, qualidade da resposta íntima, histórico de cirurgias e outras mudanças percebidas pelo paciente. O uso de hormônios, extensores, bombas ou procedimentos sem orientação médica não é recomendado. Caso perceba uma mudança persistente no tamanho ou no formato da região íntima, procure avaliação urológica para investigar a causa e conhecer as possibilidades de tratamento mais adequadas para o seu caso.

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Testosterona pode ajudar no tratamento da osteoporose masculina?

O hipogonadismo é uma causa bem estabelecida de perda óssea e osteoporose secundária em homens e mulheres, sendo um dos fatores secundários mais frequentes de osteoporose em homens. A deficiência de esteroides sexuais acelera a perda óssea através de múltiplos mecanismos, aumentando a reabsorção óssea e, em alguns casos, diminuindo a formação óssea. Em homens, embora a testosterona seja importante, o estradiol, derivado da aromatização da testosterona, é o principal determinante da saúde óssea. Estudos demonstram que níveis séricos de estradiol abaixo de 10 pg/mL (36,7 pmol/L) e testosterona total abaixo de 200 ng/dL (6,9 nmol/L) são prejudiciais à saúde óssea. O estradiol previne a maior parte do aumento na reabsorção óssea associado à deficiência de esteroides sexuais. A testosterona não é aprovada como tratamento para osteoporose ou prevenção de fraturas, sendo seu uso indicado somente em conjunto com medicações de cálcio, vitamina D e fixadores de cálcio nos ossos,

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HoLEP para aumento benigno da glândula masculina: quando pode ser indicado?

O aumento benigno da glândula masculina pode dificultar a passagem da urina e provocar sintomas como jato fraco, demora para iniciar, sensação de esvaziamento incompleto da bexiga e necessidade de levantar várias vezes durante a noite. Em alguns pacientes, o tratamento com medicamentos não controla adequadamente os sintomas ou deixa de proporcionar a melhora esperada na qualidade de vida. Nesses casos, o HoLEP pode ser considerado. O HoLEP é um procedimento realizado por via endoscópica, com o uso de laser, para remover a parte interna da glândula que está dificultando o fluxo urinário. Em situações selecionadas, a técnica pode ser utilizada em glândulas de diferentes tamanhos, proporcionando boa desobstrução e sem necessidade de cortes externos. No entanto, essa abordagem não é indicada para todos os pacientes. A escolha depende do tamanho da glândula, da intensidade dos sintomas, dos resultados dos exames, do estado geral de saúde e do uso de

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Após a cirurgia da glândula masculina, o líquido seminal pode mudar?

Quando a cirurgia é realizada para tratar tumor da glândula masculina, toda a glândula é retirada junto com estruturas que participam da formação do líquido seminal. Por isso, depois do procedimento, o homem pode continuar sentindo prazer, mas sem exteriorização do líquido seminal. Já nos tratamentos para aumento benigno da glândula masculina, como RTU e HoLEP, a alteração mais comum não costuma ser perda da sensação de prazer. O que pode acontecer é uma mudança no trajeto do líquido seminal, que passa a seguir para a bexiga em vez de sair pela uretra. Na prática, isso pode causar: Essa alteração é mais comum em procedimentos para aumento benigno da glândula e também pode acontecer com alguns medicamentos usados para melhorar o fluxo urinário. Medicamentos como tansulosina e doxazosina também podem causar alteração no volume ou no padrão da saída do líquido seminal em alguns homens. Em casos selecionados de aumento

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A tansulosina pode alterar temporariamente o líquido seminal?

Sim, isso pode acontecer. A tansulosina é uma medicação muito utilizada para melhorar sintomas urinários, principalmente em homens com aumento benigno da glândula prostática. Mas ela também pode provocar mudanças no padrão da saída do líquido seminal. Um estudo recente mostrou que uma dose única de tansulosina 0,4 mg levou a: O pico desse efeito ocorreu em cerca de 12 horas. Isso não significa, necessariamente, dano permanente. Depois do efeito da medicação: Na maior parte dos casos, houve melhora em 24 horas e recuperação em até 48 horas. Ou seja: a tansulosina pode causar uma alteração importante no padrão íntimo, mas, nesse contexto estudado, o efeito foi transitório e reversível. O ponto mais importante é este: nem toda mudança nesse padrão significa problema definitivo. Em alguns casos, o efeito está relacionado ao medicamento. Ref.: Lopes LS et al. Single-dose Tamsulosin Induces Reversible Azoospermia and Ejaculatory Dysfunction. Int Braz J Urol.

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Pedra nos rins: ingerir cálcio aumenta o risco?

Muitas pessoas recebem o diagnóstico de cálculo renal e já pensam que precisam cortar o cálcio da alimentação. Mas isso nem sempre está correto. A maioria dos cálculos é formada por oxalato de cálcio. Ainda assim, existem diferenças importantes entre os tipos de cálculo, e isso influencia a forma de prevenção. Existem, por exemplo, formas diferentes de oxalato de cálcio, como monohidratado e dihidratado, com características distintas. Em alguns casos, uma alimentação pobre em cálcio e rica em oxalato pode favorecer a formação de cálculos. Em outros, o contexto alimentar e metabólico precisa ser avaliado com mais cuidado. Ou seja: não existe uma orientação única para todos os casos. Entender o tipo de cálculo e os fatores que favorecem sua formação é essencial para fazer prevenção de forma mais precisa. Se você já teve cálculo renal ou quer evitar novas crises, a avaliação individualizada faz diferença.

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Doppler da região íntima masculina: o que acontece durante o exame e o que ele pode avaliar?

O exame começa com uma avaliação da circulação. O Doppler utiliza ultrassom para observar como o sangue circula pelos vasos da região íntima masculina. Em alguns casos, é utilizada uma medicação para estimular a resposta local e permitir uma avaliação mais completa. Depois, acompanhamos como o fluxo sanguíneo se comporta. Durante o exame, o aparelho registra informações sobre a chegada do sangue à região e sua manutenção durante a resposta induzida. Tudo é acompanhado em diferentes momentos para entender melhor esse funcionamento. E o que essas informações podem mostrar? O Doppler pode ajudar a identificar alterações na circulação que estejam relacionadas à dificuldade de iniciar ou manter uma resposta satisfatória. Esses dados complementam a consulta e ajudam a direcionar a investigação de forma mais individualizada. Nem toda alteração da função íntima exige um Doppler. O exame é indicado quando pode trazer informações importantes para compreender a causa do problema. Percebeu

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