Finasterida ou dutasterida podem afetar o desejo?

Finasterida e dutasterida atuam reduzindo a ação da DHT, hormônio relacionado ao crescimento da glândula prostática e também à queda de cabelo.

Em alguns homens, o uso desses medicamentos pode estar associado a mudanças no desejo, na resposta íntima, no volume do líquido seminal ou na sua liberação.

No entanto, essas alterações também podem estar relacionadas a outros fatores, como estresse, qualidade inadequada do sono, alterações hormonais, doenças metabólicas, questões emocionais ou uso de outros medicamentos. Por isso, é importante investigar o quadro antes de atribuir os sintomas exclusivamente ao tratamento.

O medicamento não deve ser suspenso por conta própria. A indicação, a dose e as possíveis alternativas precisam ser avaliadas pelo médico responsável pelo acompanhamento.

Caso perceba mudanças persistentes no desejo ou na resposta íntima durante o tratamento, procure uma avaliação para investigar a causa e revisar a conduta de forma individualizada e segura.

UROLOGISTA EM REGISTRO/SP

Excelência em saúde masculina

Mais que um médico, um parceiro em sua qualidade de vida!

Dr. Guilherme Seimaru • Urologista

Este site tem caráter informativo e educacional. O paciente jamais deve usar seu conteúdo para autodiagnóstico ou autotratamento.

Nem todo cansaço após os 60 anos é consequência da idade

O envelhecimento provoca mudanças naturais no organismo, mas sintomas como cansaço persistente, perda de força, redução da massa muscular, queda da libido e diminuição da disposição merecem uma investigação adequada. Em alguns homens, esses sinais podem estar relacionados ao hipogonadismo, condição caracterizada pela deficiência de testosterona. Quando o diagnóstico é confirmado por meio da avaliação clínica e de exames laboratoriais, a reposição hormonal pode contribuir para a melhora da energia, da função sexual, da função cognitiva, da composição corporal e da qualidade de vida. No entanto, nem todo homem com níveis baixos de testosterona necessita de reposição. Em alguns casos, a alteração pode ser funcional e estar associada a fatores como estresse, sono inadequado, excesso de peso ou hábitos de vida. Por esse motivo, a indicação do tratamento deve ser individualizada e baseada em uma avaliação completa. Se esses sintomas fazem parte da sua rotina, procure atendimento especializado para investigar

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A resposta íntima perdeu qualidade? A circulação pode estar envolvida

Quando a resposta íntima masculina apresenta mudanças, a causa nem sempre está relacionada aos níveis hormonais. Em alguns casos, alterações na circulação podem estar envolvidas. Para que a resposta aconteça adequadamente, é necessário que o sangue chegue à região íntima e permaneça nos tecidos responsáveis pela rigidez. Quando esse mecanismo é prejudicado, podem surgir dificuldade para iniciar a resposta, menor rigidez ou dificuldade para mantê-la. Entre os fatores que podem comprometer a circulação estão diabetes, pressão alta, colesterol elevado, tabagismo, obesidade e sedentarismo. Em alguns homens, alterações persistentes na função íntima também podem estar associadas à saúde cardiovascular e merecem uma investigação mais ampla. Por isso, esse tipo de mudança não deve ser ignorado. A avaliação médica permite investigar a saúde vascular, identificar possíveis fatores de risco e definir a conduta mais adequada para cada caso.

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Diferença de tamanho na região testicular é normal?

Em muitos casos, sim. É comum existir uma pequena diferença de tamanho ou posição entre os dois lados da região testicular. Um deles pode ficar um pouco mais baixo ou parecer discretamente maior, e isso, sozinho, nem sempre significa doença. O que merece mais atenção é quando essa diferença aparece de forma mais evidente ou vem acompanhada de outros sinais, como: Nessas situações, pode ser necessário investigar causas como dilatação venosa local, acúmulo de líquido, inflamação ou outras alterações da região escrotal. Ou seja: uma leve assimetria pode ser normal. Já mudança recente, dor ou aumento de volume não devem ser ignorados. Se existir dúvida, a avaliação médica é o caminho mais seguro para entender o que está acontecendo.

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Testosterona pode ajudar no tratamento da osteoporose masculina?

O hipogonadismo é uma causa bem estabelecida de perda óssea e osteoporose secundária em homens e mulheres, sendo um dos fatores secundários mais frequentes de osteoporose em homens. A deficiência de esteroides sexuais acelera a perda óssea através de múltiplos mecanismos, aumentando a reabsorção óssea e, em alguns casos, diminuindo a formação óssea. Em homens, embora a testosterona seja importante, o estradiol, derivado da aromatização da testosterona, é o principal determinante da saúde óssea. Estudos demonstram que níveis séricos de estradiol abaixo de 10 pg/mL (36,7 pmol/L) e testosterona total abaixo de 200 ng/dL (6,9 nmol/L) são prejudiciais à saúde óssea. O estradiol previne a maior parte do aumento na reabsorção óssea associado à deficiência de esteroides sexuais. A testosterona não é aprovada como tratamento para osteoporose ou prevenção de fraturas, sendo seu uso indicado somente em conjunto com medicações de cálcio, vitamina D e fixadores de cálcio nos ossos,

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Radioterapia da glândula masculina pode afetar a qualidade de vida íntima?

Sim, isso pode acontecer. Mas, em geral, o impacto não costuma aparecer da mesma forma que após a cirurgia. Enquanto algumas mudanças cirúrgicas podem surgir logo no início do pós-operatório, após a radioterapia é mais comum que as alterações apareçam de forma gradual ao longo do tempo. Entre as possíveis mudanças, podem ocorrer: Isso acontece porque a radiação pode afetar vasos, nervos e tecidos envolvidos na resposta vascular local. Com o tempo, esse processo pode comprometer circulação, sensibilidade e função, especialmente quando existe inflamação progressiva dos tecidos. Ou seja: o fato de não ter havido cirurgia não significa ausência de impacto funcional.

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Urofill: o que o homem precisa saber antes do preenchimento pe.niano?

Não é só sobre volume Antes de pensar no procedimento, é preciso entender indicação, expectativas, anatomia e segurança. A decisão deve ser médica, não baseada em comparação ou insegurança. Nem todo homem tem indicação A avaliação urológica analisa histórico de saúde, queixas, uso de medicamentos, expectativas e possíveis contraindicações. Expectativa real importa O preenchimento pe.niano pode ter indicação em casos selecionados, mas não deve ser tratado como promessa de desempenho, autoestima ou resultado padrão. Cada caso precisa ser avaliado individualmente. Segurança vem antes da estética Tipo de produto, técnica, quantidade aplicada e acompanhamento fazem diferença no resultado e na segurança. Está considerando o Urofill? Agende uma avaliação para entender se faz sentido para o seu caso.

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Quer aumentar o volume da região íntima para o verão? Antes de decidir pelo UroFill®, alguns pontos precisam ser avaliados

Não existe um volume padrão para todos.A quantidade de ácido hialurônico depende da anatomia, da circunferência inicial, do comprimento da região, da elasticidade dos tecidos e do resultado desejado. O procedimento também precisa caber na sua agenda.Após a aplicação, podem existir cuidados temporários com atividades físicas, vida íntima, piscina, praia e exposição ao calor. Por isso, realizar o procedimento na véspera de uma viagem, por exemplo, pode não ser uma boa ideia. Naturalidade exige proporção.O objetivo não deve ser apenas aplicar mais produto. Distribuição uniforme, respeito aos limites dos tecidos e expectativas realistas são essenciais para um resultado equilibrado. Quer se preparar para o verão com segurança?Agende uma avaliação para entender se o UroFill® é indicado para você e planejar o procedimento de forma individualizada.

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Próstata aumentada: quais opções realmente ajudam a reduzir?

Quando existe aumento benigno da glândula prostática, a redução do volume pode ser feita com medicação ou com procedimentos específicos, dependendo do tamanho da glândula, da intensidade dos sintomas e do impacto na rotina do paciente. Entre os medicamentos mais usados estão finasterida e dutasterida. Essas medicações atuam reduzindo estímulos hormonais que favorecem o crescimento da glândula e, com o uso contínuo, podem levar a uma redução aproximada de 20% do volume ao longo do tempo. Já nos casos em que se busca uma resposta mais efetiva, existem procedimentos modernos feitos por via endoscópica, sem corte externo, como o HoLEP. Nessa técnica, a parte interna da glândula que comprime a passagem da urina é removida, o que pode reduzir de forma importante o volume e melhorar os sintomas com menor sangramento e menor tempo de internação. Além disso, atualmente também existem outras abordagens menos invasivas, que em alguns casos podem

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Perda de interesse pela vida íntima: o que pode estar acontecendo?

A redução do desejo pode acontecer por diferentes motivos e, quando se torna persistente ou representa uma mudança importante em relação ao habitual, merece investigação. Nem sempre a causa está relacionada apenas aos níveis de testosterona. Entre os fatores que podem contribuir estão alterações hormonais, estresse, ansiedade, depressão, qualidade inadequada do sono, apneia, diabetes, obesidade, alterações da tireoide e o uso de determinados medicamentos. Questões emocionais, dificuldades no relacionamento e preocupação excessiva com o desempenho também podem influenciar o interesse e a disposição para a vida íntima. Por isso, iniciar uma reposição hormonal sem compreender a causa nem sempre é a conduta mais adequada. O desejo é resultado da interação entre saúde hormonal, física e emocional, além de aspectos relacionados ao estilo de vida e aos relacionamentos. Uma avaliação individualizada permite identificar os fatores envolvidos e direcionar o cuidado de maneira mais adequada.

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HoLEP e vida íntima: o que pode mudar após o procedimento?

Uma das principais dúvidas de homens com aumento benigno da glândula masculina é se o tratamento pode afetar a vida íntima. Esse receio faz com que alguns pacientes adiem a avaliação, mesmo quando os sintomas urinários já interferem na rotina e na qualidade de vida. É importante entender que a resposta íntima e a liberação do líquido seminal são funções diferentes. A primeira está relacionada à rigidez da região, enquanto a segunda corresponde à saída do líquido durante o momento de prazer. Quando bem indicado e realizado com técnica adequada, o HoLEP costuma apresentar baixo risco de comprometer a resposta íntima. O objetivo do procedimento é desobstruir a passagem da urina, sem atuar diretamente nos mecanismos responsáveis pela rigidez. A mudança observada com maior frequência ocorre na liberação do líquido seminal. Após o procedimento, alguns homens podem perceber redução ou ausência da saída do líquido. Essa alteração é conhecida como

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Caverject ou Trimix na reabilitação da função íntima masculina: quando podem ser indicados?

A reabilitação da função íntima masculina deve ser realizada com orientação médica e nunca por automedicação. Em alguns casos, especialmente após cirurgias, tratamentos específicos ou alterações persistentes da resposta funcional, o urologista pode indicar estratégias para estimular a circulação e preservar a função da região. O Caverject e o Trimix são medicações de aplicação local que podem ser consideradas em situações selecionadas. O uso deve ocorrer somente após avaliação, com dose individualizada e orientação adequada sobre a forma de aplicação. O Trimix manipulado reúne substâncias com ações complementares, podendo ser indicado quando o médico considera que essa combinação é mais adequada às necessidades do paciente. Não existe uma opção que seja melhor para todos. A escolha depende da causa da alteração, da resposta a tratamentos anteriores, do histórico de saúde, dos possíveis efeitos adversos e dos objetivos da reabilitação. O uso sem acompanhamento pode causar dor, hematomas, resposta prolongada e

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Fitoterápicos aumentam a testosterona?

Nem tudo que promete “subir testosterona” tem evidência real. A indústria vende muito. A ciência é bem mais criteriosa. Uma revisão que avaliou 13 ervas em 32 estudos encontrou evidência mais consistente para apenas 2: – feno-grego; – ashwagandha. O ginseng vermelho aparece como opção com dados mais limitados. O que mostrou melhor sinal nos estudos? Feno-grego Efeito modesto, mas relativamente consistente em testosterona total e livre em alguns homens. Ashwagandha Resultados mais expressivos em populações específicas, especialmente homens com oligospermia usando doses altas por 12 semanas. E os queridinhos populares? Alguns dos mais falados continuam sem bom respaldo para aumento relevante de testosterona em homens: – Tribulus terrestris; – Maca. Ou seja: fama não é a mesma coisa que evidência. Mas atenção para um detalhe importante! Os resultados mais animadores não apareceram em qualquer homem. Em muitos casos, os maiores efeitos foram observados em grupos específicos, como homens com

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