O ganho de peso e o acúmulo de gordura na região pubiana podem encobrir parte da região íntima, fazendo com que ela pareça menor, mesmo sem alteração em seu tamanho real.
Em alguns casos, porém, também podem ocorrer mudanças no comprimento ou no formato. Condições como doença de Peyronie, cirurgias na região pélvica, tratamentos oncológicos, radioterapia e traumas podem estar associadas a essas alterações.
O primeiro passo é identificar a causa. A avaliação médica pode considerar fatores como ganho de peso, presença de curvatura, qualidade da resposta íntima, histórico de cirurgias e outras mudanças percebidas pelo paciente.
O uso de hormônios, extensores, bombas ou procedimentos sem orientação médica não é recomendado.
Caso perceba uma mudança persistente no tamanho ou no formato da região íntima, procure avaliação urológica para investigar a causa e conhecer as possibilidades de tratamento mais adequadas para o seu caso.












