Percebeu mudanças no tamanho ou no formato da região íntima?

O ganho de peso e o acúmulo de gordura na região pubiana podem encobrir parte da região íntima, fazendo com que ela pareça menor, mesmo sem alteração em seu tamanho real.

Em alguns casos, porém, também podem ocorrer mudanças no comprimento ou no formato. Condições como doença de Peyronie, cirurgias na região pélvica, tratamentos oncológicos, radioterapia e traumas podem estar associadas a essas alterações.

O primeiro passo é identificar a causa. A avaliação médica pode considerar fatores como ganho de peso, presença de curvatura, qualidade da resposta íntima, histórico de cirurgias e outras mudanças percebidas pelo paciente.

O uso de hormônios, extensores, bombas ou procedimentos sem orientação médica não é recomendado.

Caso perceba uma mudança persistente no tamanho ou no formato da região íntima, procure avaliação urológica para investigar a causa e conhecer as possibilidades de tratamento mais adequadas para o seu caso.

UROLOGISTA EM REGISTRO/SP

Excelência em saúde masculina

Mais que um médico, um parceiro em sua qualidade de vida!

Dr. Guilherme Seimaru • Urologista

Este site tem caráter informativo e educacional. O paciente jamais deve usar seu conteúdo para autodiagnóstico ou autotratamento.

Tenho o sonho de ser pai, qual check-up devo fazer?

O primeiro passo é conhecer seu histórico. Cirurgias, infecções, doenças anteriores, medicamentos, uso de testosterona ou anabolizantes e hábitos de vida podem interferir na produção de esperma.tozoides. O espermograma é um dos principais exames. Ele avalia características como quantidade, movimentação e formato dos esperma.tozoides. Um resultado isolado, porém, não define sozinho a fertilidade. Nem todo homem precisa dos mesmos exames. Avaliação física, dosagens hormonais, ultrassom e outros testes podem ser solicitados conforme o histórico, os sintomas e o resultado do espermograma. A avaliação masculina deve incluir histórico reprodutivo, exame físico e análise seminal. Exames hormonais e complementares são indicados conforme as alterações encontradas, evitando pedidos genéricos e desnecessários. Planejar a paternidade também envolve cuidar da saúde masculina. Tem o sonho de ser pai? Agende uma consulta para realizar uma avaliação individualizada e entender quais exames são indicados para você.

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Doppler da região íntima masculina: o que acontece durante o exame e o que ele pode avaliar?

O exame começa com uma avaliação da circulação. O Doppler utiliza ultrassom para observar como o sangue circula pelos vasos da região íntima masculina. Em alguns casos, é utilizada uma medicação para estimular a resposta local e permitir uma avaliação mais completa. Depois, acompanhamos como o fluxo sanguíneo se comporta. Durante o exame, o aparelho registra informações sobre a chegada do sangue à região e sua manutenção durante a resposta induzida. Tudo é acompanhado em diferentes momentos para entender melhor esse funcionamento. E o que essas informações podem mostrar? O Doppler pode ajudar a identificar alterações na circulação que estejam relacionadas à dificuldade de iniciar ou manter uma resposta satisfatória. Esses dados complementam a consulta e ajudam a direcionar a investigação de forma mais individualizada. Nem toda alteração da função íntima exige um Doppler. O exame é indicado quando pode trazer informações importantes para compreender a causa do problema. Percebeu

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Testosterona pode ajudar no tratamento da osteoporose masculina?

O hipogonadismo é uma causa bem estabelecida de perda óssea e osteoporose secundária em homens e mulheres, sendo um dos fatores secundários mais frequentes de osteoporose em homens. A deficiência de esteroides sexuais acelera a perda óssea através de múltiplos mecanismos, aumentando a reabsorção óssea e, em alguns casos, diminuindo a formação óssea. Em homens, embora a testosterona seja importante, o estradiol, derivado da aromatização da testosterona, é o principal determinante da saúde óssea. Estudos demonstram que níveis séricos de estradiol abaixo de 10 pg/mL (36,7 pmol/L) e testosterona total abaixo de 200 ng/dL (6,9 nmol/L) são prejudiciais à saúde óssea. O estradiol previne a maior parte do aumento na reabsorção óssea associado à deficiência de esteroides sexuais. A testosterona não é aprovada como tratamento para osteoporose ou prevenção de fraturas, sendo seu uso indicado somente em conjunto com medicações de cálcio, vitamina D e fixadores de cálcio nos ossos,

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Nem todo cansaço após os 60 anos é consequência da idade

O envelhecimento provoca mudanças naturais no organismo, mas sintomas como cansaço persistente, perda de força, redução da massa muscular, queda da libido e diminuição da disposição merecem uma investigação adequada. Em alguns homens, esses sinais podem estar relacionados ao hipogonadismo, condição caracterizada pela deficiência de testosterona. Quando o diagnóstico é confirmado por meio da avaliação clínica e de exames laboratoriais, a reposição hormonal pode contribuir para a melhora da energia, da função sexual, da função cognitiva, da composição corporal e da qualidade de vida. No entanto, nem todo homem com níveis baixos de testosterona necessita de reposição. Em alguns casos, a alteração pode ser funcional e estar associada a fatores como estresse, sono inadequado, excesso de peso ou hábitos de vida. Por esse motivo, a indicação do tratamento deve ser individualizada e baseada em uma avaliação completa. Se esses sintomas fazem parte da sua rotina, procure atendimento especializado para investigar

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Finasterida ou dutasterida podem afetar o desejo?

Finasterida e dutasterida atuam reduzindo a ação da DHT, hormônio relacionado ao crescimento da glândula prostática e também à queda de cabelo. Em alguns homens, o uso desses medicamentos pode estar associado a mudanças no desejo, na resposta íntima, no volume do líquido seminal ou na sua liberação. No entanto, essas alterações também podem estar relacionadas a outros fatores, como estresse, qualidade inadequada do sono, alterações hormonais, doenças metabólicas, questões emocionais ou uso de outros medicamentos. Por isso, é importante investigar o quadro antes de atribuir os sintomas exclusivamente ao tratamento. O medicamento não deve ser suspenso por conta própria. A indicação, a dose e as possíveis alternativas precisam ser avaliadas pelo médico responsável pelo acompanhamento. Caso perceba mudanças persistentes no desejo ou na resposta íntima durante o tratamento, procure uma avaliação para investigar a causa e revisar a conduta de forma individualizada e segura.

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HoLEP e vida íntima: o que pode mudar após o procedimento?

Uma das principais dúvidas de homens com aumento benigno da glândula masculina é se o tratamento pode afetar a vida íntima. Esse receio faz com que alguns pacientes adiem a avaliação, mesmo quando os sintomas urinários já interferem na rotina e na qualidade de vida. É importante entender que a resposta íntima e a liberação do líquido seminal são funções diferentes. A primeira está relacionada à rigidez da região, enquanto a segunda corresponde à saída do líquido durante o momento de prazer. Quando bem indicado e realizado com técnica adequada, o HoLEP costuma apresentar baixo risco de comprometer a resposta íntima. O objetivo do procedimento é desobstruir a passagem da urina, sem atuar diretamente nos mecanismos responsáveis pela rigidez. A mudança observada com maior frequência ocorre na liberação do líquido seminal. Após o procedimento, alguns homens podem perceber redução ou ausência da saída do líquido. Essa alteração é conhecida como

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Homem também precisa de check-up: 5 cuidados que não deveriam ficar para depois

1. Avaliar a saúde da prós.tata A partir de certa idade, ou antes quando há histórico familiar, o acompanhamento urológico ajuda a identificar alterações de forma mais precoce. 2. Investigar sintomas urinários Jato fraco, vontade frequente de urinar, ardência ou acordar muitas vezes à noite não devem ser tratados como “coisa normal”. 3. Cuidar da saúde se.xual Dificuldade de ere.ção, queda da libido ou alterações na eja.culação podem ter relação com fatores hormonais, vasculares, emocionais ou metabólicos. 4. Olhar para exames de rotina Glicemia, colesterol, pressão, função renal e hormônios podem mostrar sinais importantes sobre a saúde do homem. 5. Não esperar sentir dor para procurar ajuda Muitos problemas de saúde começam silenciosos. Check-up não é exagero, é cuidado. Agende sua consulta e faça uma avaliação individualizada.

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Como o citrato de potássio ajuda a prevenir cálculos renais

O citrato de potássio não “quebra” a pedra. Ele ajuda a reduzir o ambiente favorável para a formação de novos cálculos. Ou seja: entra mais na prevenção do que na remoção. 1. Ele aumenta o citrato na urina. E isso importa porque o citrato se liga ao cálcio na urina. Quando isso acontece, o cálcio tem mais dificuldade para formar cristais com oxalato e fosfato. Resultado: menor risco de cálculos de cálcio. 2. Ele deixa a urina menos ácida. Depois de ser metabolizado, o citrato ajuda a elevar o pH urinário. Na prática, isso torna a urina menos ácida. E esse detalhe é importante porque alguns cálculos se formam justamente em urina mais ácida. Quando o pH urinário sobe, o citrato de potássio pode ajudar a prevenir principalmente cálculos de ácido úrico e cálculos de cistina. 3. Ele reduz a supersaturação de substâncias que formam pedra. De forma simples: menos

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O que pode mudar na região íntima após a prostatectomia radical?

Quando se fala em prostatectomia radical, muita gente pensa apenas no tratamento da doença. Mas o pós-operatório também pode trazer mudanças que precisam ser entendidas com clareza. Após a cirurgia, alguns homens passam um período com redução importante da resposta erétil e menos episódios espontâneos de rigidez. Com isso, pode haver menor oxigenação dos tecidos da região íntima e alteração na capacidade de expansão local. Na prática, isso pode contribuir para: Por isso, o cuidado após a cirurgia não deve focar apenas na recuperação funcional imediata, mas também na preservação da saúde dos tecidos. Em muitos casos, a reabilitação precoce pode incluir: Essa investigação ajuda a evitar condutas pouco eficazes e também a direcionar melhor tratamentos mais específicos, quando necessários. Apesar de ser um cenário desafiador, existem estratégias de reabilitação, acompanhamento e tratamento para várias dessas mudanças. Entender isso cedo ajuda a planejar melhor o pós-operatório e a buscar ajuda

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Após a cirurgia da glândula masculina, o líquido seminal pode mudar?

Quando a cirurgia é realizada para tratar tumor da glândula masculina, toda a glândula é retirada junto com estruturas que participam da formação do líquido seminal. Por isso, depois do procedimento, o homem pode continuar sentindo prazer, mas sem exteriorização do líquido seminal. Já nos tratamentos para aumento benigno da glândula masculina, como RTU e HoLEP, a alteração mais comum não costuma ser perda da sensação de prazer. O que pode acontecer é uma mudança no trajeto do líquido seminal, que passa a seguir para a bexiga em vez de sair pela uretra. Na prática, isso pode causar: Essa alteração é mais comum em procedimentos para aumento benigno da glândula e também pode acontecer com alguns medicamentos usados para melhorar o fluxo urinário. Medicamentos como tansulosina e doxazosina também podem causar alteração no volume ou no padrão da saída do líquido seminal em alguns homens. Em casos selecionados de aumento

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Percebeu redução no volume do líquido seminal?

A diminuição do volume do líquido seminal pode acontecer por diferentes motivos e nem sempre está relacionada à infertilidade. Ainda assim, quando a mudança é persistente, merece atenção. Entre as possíveis causas estão o avanço da idade, que pode reduzir a produção de secreções pelas estruturas responsáveis pela composição do líquido seminal, o uso de testosterona, alguns medicamentos e cirurgias realizadas na região urinária. Em determinados casos, também pode ocorrer alteração no trajeto do líquido, fazendo com que ele seja direcionado para a bexiga em vez de ser eliminado normalmente. Além disso, intervalos muito curtos entre as relações podem fazer com que o volume pareça temporariamente menor. É importante lembrar que a maior parte do líquido seminal é produzida pelas vesículas seminais e pela glândula prostática, e não pelos órgãos reprodutivos masculinos responsáveis pela produção das células reprodutivas. Se essa redução aconteceu de forma persistente, está associada à dificuldade para

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Insulina alta pode prejudicar a função íntima masculina?

A resistência insulínica é frequente em homens com alteração da função íntima, inclusive em pacientes mais jovens. Na prática clínica, observa-se que homens com diabetes, pré-diabetes ou resistência insulínica podem apresentar piora da rigidez e da resposta funcional. Isso acontece porque níveis altos de insulina podem comprometer a circulação local e reduzir a capacidade de vasodilatação, interferindo em mecanismos importantes da resposta vascular masculina. Em alguns casos, esse impacto pode ocorrer mesmo em homens que já utilizam medicações específicas para melhorar a circulação local. E o problema não para aí. Com o tempo, quando diabetes ou resistência insulínica não são tratados adequadamente, pode haver prejuízo estrutural progressivo dos tecidos, com impacto maior na função e na qualidade de vida. Por isso, cuidar da saúde metabólica também é cuidar da saúde masculina como um todo.

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