Quando existe aumento benigno da glândula prostática, a redução do volume pode ser feita com medicação ou com procedimentos específicos, dependendo do tamanho da glândula, da intensidade dos sintomas e do impacto na rotina do paciente.
Entre os medicamentos mais usados estão finasterida e dutasterida. Essas medicações atuam reduzindo estímulos hormonais que favorecem o crescimento da glândula e, com o uso contínuo, podem levar a uma redução aproximada de 20% do volume ao longo do tempo.
Já nos casos em que se busca uma resposta mais efetiva, existem procedimentos modernos feitos por via endoscópica, sem corte externo, como o HoLEP. Nessa técnica, a parte interna da glândula que comprime a passagem da urina é removida, o que pode reduzir de forma importante o volume e melhorar os sintomas com menor sangramento e menor tempo de internação.
Além disso, atualmente também existem outras abordagens menos invasivas, que em alguns casos podem ser indicadas sem necessidade de internação prolongada ou uso contínuo de medicação.
O ponto mais importante é este: nem todo aumento benigno da glândula prostática deve ser tratado da mesma forma.
Com a avaliação correta, é possível definir qual estratégia faz mais sentido para cada caso, levando em conta sintomas, exame físico, tamanho da glândula e objetivos do paciente.











