Pedra nos rins: ingerir cálcio aumenta o risco?

Muitas pessoas recebem o diagnóstico de cálculo renal e já pensam que precisam cortar o cálcio da alimentação.

Mas isso nem sempre está correto.

A maioria dos cálculos é formada por oxalato de cálcio. Ainda assim, existem diferenças importantes entre os tipos de cálculo, e isso influencia a forma de prevenção.

Existem, por exemplo, formas diferentes de oxalato de cálcio, como monohidratado e dihidratado, com características distintas.

Em alguns casos, uma alimentação pobre em cálcio e rica em oxalato pode favorecer a formação de cálculos. Em outros, o contexto alimentar e metabólico precisa ser avaliado com mais cuidado.

Ou seja: não existe uma orientação única para todos os casos.

Entender o tipo de cálculo e os fatores que favorecem sua formação é essencial para fazer prevenção de forma mais precisa.

Se você já teve cálculo renal ou quer evitar novas crises, a avaliação individualizada faz diferença.

UROLOGISTA EM REGISTRO/SP

Excelência em saúde masculina

Mais que um médico, um parceiro em sua qualidade de vida!

Dr. Guilherme Seimaru • Urologista

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Testosterona pode ajudar no tratamento da osteoporose masculina?

O hipogonadismo é uma causa bem estabelecida de perda óssea e osteoporose secundária em homens e mulheres, sendo um dos fatores secundários mais frequentes de osteoporose em homens. A deficiência de esteroides sexuais acelera a perda óssea através de múltiplos mecanismos, aumentando a reabsorção óssea e, em alguns casos, diminuindo a formação óssea. Em homens, embora a testosterona seja importante, o estradiol, derivado da aromatização da testosterona, é o principal determinante da saúde óssea. Estudos demonstram que níveis séricos de estradiol abaixo de 10 pg/mL (36,7 pmol/L) e testosterona total abaixo de 200 ng/dL (6,9 nmol/L) são prejudiciais à saúde óssea. O estradiol previne a maior parte do aumento na reabsorção óssea associado à deficiência de esteroides sexuais. A testosterona não é aprovada como tratamento para osteoporose ou prevenção de fraturas, sendo seu uso indicado somente em conjunto com medicações de cálcio, vitamina D e fixadores de cálcio nos ossos,

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Creatina e performance íntima

Muitos homens escutam que a creatina “derruba”, “trava” ou “acaba com a vida íntima”. Mas essa conta não fecha tão fácil. Dá para culpar a creatina pela queda de desempenho? Ela atua principalmente na produção de energia dentro da célula muscular. A creatina não é hormônio, não é anabolizante, e não existe evidência sólida de que ela, por si só, cause piora da resposta íntima ou da libido. Ativar o metabolismo com boas práticas de exercício e boa alimentação é o melhor caminho para uma vida saudável.

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A tansulosina pode alterar temporariamente o líquido seminal?

Sim, isso pode acontecer. A tansulosina é uma medicação muito utilizada para melhorar sintomas urinários, principalmente em homens com aumento benigno da glândula prostática. Mas ela também pode provocar mudanças no padrão da saída do líquido seminal. Um estudo recente mostrou que uma dose única de tansulosina 0,4 mg levou a: O pico desse efeito ocorreu em cerca de 12 horas. Isso não significa, necessariamente, dano permanente. Depois do efeito da medicação: Na maior parte dos casos, houve melhora em 24 horas e recuperação em até 48 horas. Ou seja: a tansulosina pode causar uma alteração importante no padrão íntimo, mas, nesse contexto estudado, o efeito foi transitório e reversível. O ponto mais importante é este: nem toda mudança nesse padrão significa problema definitivo. Em alguns casos, o efeito está relacionado ao medicamento. Ref.: Lopes LS et al. Single-dose Tamsulosin Induces Reversible Azoospermia and Ejaculatory Dysfunction. Int Braz J Urol.

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A circulação pode afetar a função íntima masculina?

A resposta íntima masculina também depende da saúde dos vasos sanguíneos. Para que ela aconteça adequadamente, as artérias precisam se dilatar e permitir a entrada suficiente de sangue na região. Quando o revestimento interno dos vasos não funciona como deveria, o fluxo sanguíneo pode ser prejudicado, dificultando alcançar ou manter uma resposta satisfatória. Essa alteração é conhecida como disfunção endotelial. Entre os fatores que podem comprometer a circulação estão hipertensão, diabetes, colesterol elevado, tabagismo, excesso de peso, sedentarismo e envelhecimento. Mudanças persistentes na função íntima podem representar um sinal de atenção para a saúde vascular. Por isso, não é recomendado tratar apenas o sintoma. A avaliação especializada permite investigar a circulação local, identificar possíveis fatores de risco e definir as opções de cuidado mais adequadas para cada caso.

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Sua resposta íntima ou seu desejo mudou depois que você começou um medicamento?

Alguns medicamentos podem interferir na função íntima. Entre eles, podem estar alguns utilizados para: Dependendo do medicamento e do paciente, podem ocorrer mudanças no desejo, na resposta íntima ou na liberação do líquido seminal. Mas atenção: uma alteração surgir depois do início de um medicamento não significa, necessariamente, que ele seja a única causa. Sono inadequado, estresse, alterações hormonais, diabetes, circulação e a própria condição que está sendo tratada também podem interferir na vida íntima. Na consulta, algumas perguntas ajudam a compreender melhor esse cenário: É o conjunto dessas informações que ajuda a entender a possível relação. Não interrompa um medicamento por conta própria porque percebeu mudanças no desejo ou na resposta íntima. O tratamento pode ser importante para outra condição de saúde, e qualquer ajuste precisa ser discutido com o médico responsável. Percebeu alguma mudança depois de começar uma medicação? Agende uma avaliação e leve a lista dos medicamentos

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Após a cirurgia da glândula masculina, o líquido seminal pode mudar?

Quando a cirurgia é realizada para tratar tumor da glândula masculina, toda a glândula é retirada junto com estruturas que participam da formação do líquido seminal. Por isso, depois do procedimento, o homem pode continuar sentindo prazer, mas sem exteriorização do líquido seminal. Já nos tratamentos para aumento benigno da glândula masculina, como RTU e HoLEP, a alteração mais comum não costuma ser perda da sensação de prazer. O que pode acontecer é uma mudança no trajeto do líquido seminal, que passa a seguir para a bexiga em vez de sair pela uretra. Na prática, isso pode causar: Essa alteração é mais comum em procedimentos para aumento benigno da glândula e também pode acontecer com alguns medicamentos usados para melhorar o fluxo urinário. Medicamentos como tansulosina e doxazosina também podem causar alteração no volume ou no padrão da saída do líquido seminal em alguns homens. Em casos selecionados de aumento

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Doppler da região íntima masculina: o que acontece durante o exame e o que ele pode avaliar?

O exame começa com uma avaliação da circulação. O Doppler utiliza ultrassom para observar como o sangue circula pelos vasos da região íntima masculina. Em alguns casos, é utilizada uma medicação para estimular a resposta local e permitir uma avaliação mais completa. Depois, acompanhamos como o fluxo sanguíneo se comporta. Durante o exame, o aparelho registra informações sobre a chegada do sangue à região e sua manutenção durante a resposta induzida. Tudo é acompanhado em diferentes momentos para entender melhor esse funcionamento. E o que essas informações podem mostrar? O Doppler pode ajudar a identificar alterações na circulação que estejam relacionadas à dificuldade de iniciar ou manter uma resposta satisfatória. Esses dados complementam a consulta e ajudam a direcionar a investigação de forma mais individualizada. Nem toda alteração da função íntima exige um Doppler. O exame é indicado quando pode trazer informações importantes para compreender a causa do problema. Percebeu

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Pedra nos rins: ingerir cálcio aumenta o risco?

Muitas pessoas recebem o diagnóstico de cálculo renal e já pensam que precisam cortar o cálcio da alimentação. Mas isso nem sempre está correto. A maioria dos cálculos é formada por oxalato de cálcio. Ainda assim, existem diferenças importantes entre os tipos de cálculo, e isso influencia a forma de prevenção. Existem, por exemplo, formas diferentes de oxalato de cálcio, como monohidratado e dihidratado, com características distintas. Em alguns casos, uma alimentação pobre em cálcio e rica em oxalato pode favorecer a formação de cálculos. Em outros, o contexto alimentar e metabólico precisa ser avaliado com mais cuidado. Ou seja: não existe uma orientação única para todos os casos. Entender o tipo de cálculo e os fatores que favorecem sua formação é essencial para fazer prevenção de forma mais precisa. Se você já teve cálculo renal ou quer evitar novas crises, a avaliação individualizada faz diferença.

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UroFill: como definir a quantidade de ácido hialurônico?

A quantidade de ácido hialurônico utilizada na técnica UroFill® não é fixa. O volume é definido de acordo com a anatomia de cada paciente, as características dos tecidos e o objetivo estético desejado, não existindo uma medida ideal que sirva para todos. Entre os principais fatores avaliados estão a circunferência inicial da região, o comprimento, a espessura e a elasticidade da pele, a presença de irregularidades ou assimetrias e o grau de mudança esperado. Pacientes com maior extensão ou diâmetro podem necessitar de uma quantidade diferente de produto para que a aplicação seja distribuída de maneira uniforme. Da mesma forma, uma alteração mais discreta exige uma abordagem diferente de uma mudança mais perceptível. A segurança deve estar sempre acima da quantidade aplicada. Respeitar a capacidade dos tecidos e, quando necessário, realizar o procedimento de forma gradual é mais importante do que atingir um volume específico em uma única sessão. A

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Quer aumentar o volume da região íntima para o verão? Antes de decidir pelo UroFill®, alguns pontos precisam ser avaliados

Não existe um volume padrão para todos.A quantidade de ácido hialurônico depende da anatomia, da circunferência inicial, do comprimento da região, da elasticidade dos tecidos e do resultado desejado. O procedimento também precisa caber na sua agenda.Após a aplicação, podem existir cuidados temporários com atividades físicas, vida íntima, piscina, praia e exposição ao calor. Por isso, realizar o procedimento na véspera de uma viagem, por exemplo, pode não ser uma boa ideia. Naturalidade exige proporção.O objetivo não deve ser apenas aplicar mais produto. Distribuição uniforme, respeito aos limites dos tecidos e expectativas realistas são essenciais para um resultado equilibrado. Quer se preparar para o verão com segurança?Agende uma avaliação para entender se o UroFill® é indicado para você e planejar o procedimento de forma individualizada.

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Insulina alta pode prejudicar a função íntima masculina?

A resistência insulínica é frequente em homens com alteração da função íntima, inclusive em pacientes mais jovens. Na prática clínica, observa-se que homens com diabetes, pré-diabetes ou resistência insulínica podem apresentar piora da rigidez e da resposta funcional. Isso acontece porque níveis altos de insulina podem comprometer a circulação local e reduzir a capacidade de vasodilatação, interferindo em mecanismos importantes da resposta vascular masculina. Em alguns casos, esse impacto pode ocorrer mesmo em homens que já utilizam medicações específicas para melhorar a circulação local. E o problema não para aí. Com o tempo, quando diabetes ou resistência insulínica não são tratados adequadamente, pode haver prejuízo estrutural progressivo dos tecidos, com impacto maior na função e na qualidade de vida. Por isso, cuidar da saúde metabólica também é cuidar da saúde masculina como um todo.

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HoLEP para aumento benigno da glândula masculina: quando pode ser indicado?

O aumento benigno da glândula masculina pode dificultar a passagem da urina e provocar sintomas como jato fraco, demora para iniciar, sensação de esvaziamento incompleto da bexiga e necessidade de levantar várias vezes durante a noite. Em alguns pacientes, o tratamento com medicamentos não controla adequadamente os sintomas ou deixa de proporcionar a melhora esperada na qualidade de vida. Nesses casos, o HoLEP pode ser considerado. O HoLEP é um procedimento realizado por via endoscópica, com o uso de laser, para remover a parte interna da glândula que está dificultando o fluxo urinário. Em situações selecionadas, a técnica pode ser utilizada em glândulas de diferentes tamanhos, proporcionando boa desobstrução e sem necessidade de cortes externos. No entanto, essa abordagem não é indicada para todos os pacientes. A escolha depende do tamanho da glândula, da intensidade dos sintomas, dos resultados dos exames, do estado geral de saúde e do uso de

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