Estou com câncer de próstata. O que pode mudar na minha qualidade de vida?

Receber esse diagnóstico já assusta. E, para muitos homens, a dúvida seguinte é: o que pode mudar depois do tratamento?

Essa é uma pergunta muito comum e precisa ser discutida antes da decisão terapêutica.

Cirurgia e radioterapia podem, sim, trazer impactos funcionais.

Na cirurgia, pode haver alteração na função íntima, dependendo da preservação dos nervos e da condição clínica antes do procedimento.

Na radioterapia, esse impacto pode surgir de forma mais progressiva.

Além disso, após a cirurgia, também podem ocorrer mudanças no padrão ejaculatório.

Mas é importante entender que resposta erétil, ejaculação, orgasmo e sensação de prazer não são a mesma coisa. Alguns homens conseguem manter boa percepção de prazer após o tratamento, enquanto outros podem apresentar alterações que precisam de acompanhamento adequado.

O erro é decidir com medo ou sem informação. A escolha do tratamento precisa considerar não apenas o controle da doença, mas também qualidade de vida e acompanhamento funcional após essa etapa.

UROLOGISTA EM REGISTRO/SP

Excelência em saúde masculina

Mais que um médico, um parceiro em sua qualidade de vida!

Dr. Guilherme Seimaru • Urologista

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Creatina e performance íntima

Muitos homens escutam que a creatina “derruba”, “trava” ou “acaba com a vida íntima”. Mas essa conta não fecha tão fácil. Dá para culpar a creatina pela queda de desempenho? Ela atua principalmente na produção de energia dentro da célula muscular. A creatina não é hormônio, não é anabolizante, e não existe evidência sólida de que ela, por si só, cause piora da resposta íntima ou da libido. Ativar o metabolismo com boas práticas de exercício e boa alimentação é o melhor caminho para uma vida saudável.

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Urofill: o que o homem precisa saber antes do preenchimento pe.niano?

Não é só sobre volume Antes de pensar no procedimento, é preciso entender indicação, expectativas, anatomia e segurança. A decisão deve ser médica, não baseada em comparação ou insegurança. Nem todo homem tem indicação A avaliação urológica analisa histórico de saúde, queixas, uso de medicamentos, expectativas e possíveis contraindicações. Expectativa real importa O preenchimento pe.niano pode ter indicação em casos selecionados, mas não deve ser tratado como promessa de desempenho, autoestima ou resultado padrão. Cada caso precisa ser avaliado individualmente. Segurança vem antes da estética Tipo de produto, técnica, quantidade aplicada e acompanhamento fazem diferença no resultado e na segurança. Está considerando o Urofill? Agende uma avaliação para entender se faz sentido para o seu caso.

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O que influencia o crescimento pe.niano?

Essa é uma dúvida comum, mas muita gente ainda procura resposta em lugar errado. O crescimento pe.niano não depende de receita caseira, suplemento milagroso ou exercício aleatório. Ele segue, principalmente, a biologia do corpo. O principal fator é hormonal. Durante a puberdade, o crescimento pe.niano depende principalmente da ação da testosterona e de outros hormônios do desenvolvimento. É nessa fase que o corpo responde com mais intensidade. Se houver atraso puberal, deficiência hormonal ou alteração do desenvolvimento nessa fase, isso pode interferir no crescimento. Por isso, em alguns casos, investigar cedo é importante. Genética também pesa. Assim como altura, barba, voz e composição corporal, o desenvolvimento pe.niano também sofre influência genética. Ou seja: não existe um padrão único para todos os homens. Peso corporal e gordura localizada podem mudar a percepção. Em alguns homens, excesso de gordura na região pubiana pode “esconder” parte do comprimento visível. Nesses casos, a sensação

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UroFill: como definir a quantidade de ácido hialurônico?

A quantidade de ácido hialurônico utilizada na técnica UroFill® não é fixa. O volume é definido de acordo com a anatomia de cada paciente, as características dos tecidos e o objetivo estético desejado, não existindo uma medida ideal que sirva para todos. Entre os principais fatores avaliados estão a circunferência inicial da região, o comprimento, a espessura e a elasticidade da pele, a presença de irregularidades ou assimetrias e o grau de mudança esperado. Pacientes com maior extensão ou diâmetro podem necessitar de uma quantidade diferente de produto para que a aplicação seja distribuída de maneira uniforme. Da mesma forma, uma alteração mais discreta exige uma abordagem diferente de uma mudança mais perceptível. A segurança deve estar sempre acima da quantidade aplicada. Respeitar a capacidade dos tecidos e, quando necessário, realizar o procedimento de forma gradual é mais importante do que atingir um volume específico em uma única sessão. A

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Testosterona pode ajudar no tratamento da osteoporose masculina?

O hipogonadismo é uma causa bem estabelecida de perda óssea e osteoporose secundária em homens e mulheres, sendo um dos fatores secundários mais frequentes de osteoporose em homens. A deficiência de esteroides sexuais acelera a perda óssea através de múltiplos mecanismos, aumentando a reabsorção óssea e, em alguns casos, diminuindo a formação óssea. Em homens, embora a testosterona seja importante, o estradiol, derivado da aromatização da testosterona, é o principal determinante da saúde óssea. Estudos demonstram que níveis séricos de estradiol abaixo de 10 pg/mL (36,7 pmol/L) e testosterona total abaixo de 200 ng/dL (6,9 nmol/L) são prejudiciais à saúde óssea. O estradiol previne a maior parte do aumento na reabsorção óssea associado à deficiência de esteroides sexuais. A testosterona não é aprovada como tratamento para osteoporose ou prevenção de fraturas, sendo seu uso indicado somente em conjunto com medicações de cálcio, vitamina D e fixadores de cálcio nos ossos,

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Insulina alta pode prejudicar a função íntima masculina?

A resistência insulínica é frequente em homens com alteração da função íntima, inclusive em pacientes mais jovens. Na prática clínica, observa-se que homens com diabetes, pré-diabetes ou resistência insulínica podem apresentar piora da rigidez e da resposta funcional. Isso acontece porque níveis altos de insulina podem comprometer a circulação local e reduzir a capacidade de vasodilatação, interferindo em mecanismos importantes da resposta vascular masculina. Em alguns casos, esse impacto pode ocorrer mesmo em homens que já utilizam medicações específicas para melhorar a circulação local. E o problema não para aí. Com o tempo, quando diabetes ou resistência insulínica não são tratados adequadamente, pode haver prejuízo estrutural progressivo dos tecidos, com impacto maior na função e na qualidade de vida. Por isso, cuidar da saúde metabólica também é cuidar da saúde masculina como um todo.

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A tansulosina pode alterar temporariamente o líquido seminal?

Sim, isso pode acontecer. A tansulosina é uma medicação muito utilizada para melhorar sintomas urinários, principalmente em homens com aumento benigno da glândula prostática. Mas ela também pode provocar mudanças no padrão da saída do líquido seminal. Um estudo recente mostrou que uma dose única de tansulosina 0,4 mg levou a: O pico desse efeito ocorreu em cerca de 12 horas. Isso não significa, necessariamente, dano permanente. Depois do efeito da medicação: Na maior parte dos casos, houve melhora em 24 horas e recuperação em até 48 horas. Ou seja: a tansulosina pode causar uma alteração importante no padrão íntimo, mas, nesse contexto estudado, o efeito foi transitório e reversível. O ponto mais importante é este: nem toda mudança nesse padrão significa problema definitivo. Em alguns casos, o efeito está relacionado ao medicamento. Ref.: Lopes LS et al. Single-dose Tamsulosin Induces Reversible Azoospermia and Ejaculatory Dysfunction. Int Braz J Urol.

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Quando o exame seminal vem alterado, o que precisa ser investigado?

Alterações no exame seminal não devem ser vistas apenas como uma questão reprodutiva. Na prática clínica, é comum encontrar pacientes com excesso de peso, sedentarismo, tabagismo, inflamação sistêmica ou desequilíbrios metabólicos apresentando alterações nesses parâmetros. Sabe-se que um organismo em estado inflamatório pode aumentar o estresse oxidativo, o que prejudica o funcionamento adequado do órgão masculino. Com isso, funções importantes da saúde masculina podem ser afetadas. Em alguns casos, alterações no exame seminal podem estar associadas a: Ou seja: nem sempre o exame alterado aponta apenas para dificuldade reprodutiva. Às vezes, ele pode ser um sinal de que o corpo precisa de uma avaliação mais ampla. Por isso, investigar a causa é essencial. Manter exames em dia e cuidar da saúde masculina de forma preventiva ajuda a identificar alterações mais cedo e conduzir o acompanhamento da forma correta.

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Estou com câncer de próstata. O que pode mudar na minha qualidade de vida?

Receber esse diagnóstico já assusta. E, para muitos homens, a dúvida seguinte é: o que pode mudar depois do tratamento? Essa é uma pergunta muito comum e precisa ser discutida antes da decisão terapêutica. Cirurgia e radioterapia podem, sim, trazer impactos funcionais. Na cirurgia, pode haver alteração na função íntima, dependendo da preservação dos nervos e da condição clínica antes do procedimento. Na radioterapia, esse impacto pode surgir de forma mais progressiva. Além disso, após a cirurgia, também podem ocorrer mudanças no padrão ejaculatório. Mas é importante entender que resposta erétil, ejaculação, orgasmo e sensação de prazer não são a mesma coisa. Alguns homens conseguem manter boa percepção de prazer após o tratamento, enquanto outros podem apresentar alterações que precisam de acompanhamento adequado. O erro é decidir com medo ou sem informação. A escolha do tratamento precisa considerar não apenas o controle da doença, mas também qualidade de vida e

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O que pode mudar na região íntima após a prostatectomia radical?

Quando se fala em prostatectomia radical, muita gente pensa apenas no tratamento da doença. Mas o pós-operatório também pode trazer mudanças que precisam ser entendidas com clareza. Após a cirurgia, alguns homens passam um período com redução importante da resposta erétil e menos episódios espontâneos de rigidez. Com isso, pode haver menor oxigenação dos tecidos da região íntima e alteração na capacidade de expansão local. Na prática, isso pode contribuir para: Por isso, o cuidado após a cirurgia não deve focar apenas na recuperação funcional imediata, mas também na preservação da saúde dos tecidos. Em muitos casos, a reabilitação precoce pode incluir: Essa investigação ajuda a evitar condutas pouco eficazes e também a direcionar melhor tratamentos mais específicos, quando necessários. Apesar de ser um cenário desafiador, existem estratégias de reabilitação, acompanhamento e tratamento para várias dessas mudanças. Entender isso cedo ajuda a planejar melhor o pós-operatório e a buscar ajuda

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Diferença de tamanho na região testicular é normal?

Em muitos casos, sim. É comum existir uma pequena diferença de tamanho ou posição entre os dois lados da região testicular. Um deles pode ficar um pouco mais baixo ou parecer discretamente maior, e isso, sozinho, nem sempre significa doença. O que merece mais atenção é quando essa diferença aparece de forma mais evidente ou vem acompanhada de outros sinais, como: Nessas situações, pode ser necessário investigar causas como dilatação venosa local, acúmulo de líquido, inflamação ou outras alterações da região escrotal. Ou seja: uma leve assimetria pode ser normal. Já mudança recente, dor ou aumento de volume não devem ser ignorados. Se existir dúvida, a avaliação médica é o caminho mais seguro para entender o que está acontecendo.

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Como o citrato de potássio ajuda a prevenir cálculos renais

O citrato de potássio não “quebra” a pedra. Ele ajuda a reduzir o ambiente favorável para a formação de novos cálculos. Ou seja: entra mais na prevenção do que na remoção. 1. Ele aumenta o citrato na urina. E isso importa porque o citrato se liga ao cálcio na urina. Quando isso acontece, o cálcio tem mais dificuldade para formar cristais com oxalato e fosfato. Resultado: menor risco de cálculos de cálcio. 2. Ele deixa a urina menos ácida. Depois de ser metabolizado, o citrato ajuda a elevar o pH urinário. Na prática, isso torna a urina menos ácida. E esse detalhe é importante porque alguns cálculos se formam justamente em urina mais ácida. Quando o pH urinário sobe, o citrato de potássio pode ajudar a prevenir principalmente cálculos de ácido úrico e cálculos de cistina. 3. Ele reduz a supersaturação de substâncias que formam pedra. De forma simples: menos

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