Receber esse diagnóstico já assusta. E, para muitos homens, a dúvida seguinte é: o que pode mudar depois do tratamento?
Essa é uma pergunta muito comum e precisa ser discutida antes da decisão terapêutica.
Cirurgia e radioterapia podem, sim, trazer impactos funcionais.
Na cirurgia, pode haver alteração na função íntima, dependendo da preservação dos nervos e da condição clínica antes do procedimento.
Na radioterapia, esse impacto pode surgir de forma mais progressiva.
Além disso, após a cirurgia, também podem ocorrer mudanças no padrão ejaculatório.
Mas é importante entender que resposta erétil, ejaculação, orgasmo e sensação de prazer não são a mesma coisa. Alguns homens conseguem manter boa percepção de prazer após o tratamento, enquanto outros podem apresentar alterações que precisam de acompanhamento adequado.
O erro é decidir com medo ou sem informação. A escolha do tratamento precisa considerar não apenas o controle da doença, mas também qualidade de vida e acompanhamento funcional após essa etapa.











