Creatina e performance íntima

Muitos homens escutam que a creatina “derruba”, “trava” ou “acaba com a vida íntima”. Mas essa conta não fecha tão fácil.

Dá para culpar a creatina pela queda de desempenho?

Ela atua principalmente na produção de energia dentro da célula muscular.

A creatina não é hormônio, não é anabolizante, e não existe evidência sólida de que ela, por si só, cause piora da resposta íntima ou da libido.

Ativar o metabolismo com boas práticas de exercício e boa alimentação é o melhor caminho para uma vida saudável.

UROLOGISTA EM REGISTRO/SP

Excelência em saúde masculina

Mais que um médico, um parceiro em sua qualidade de vida!

Dr. Guilherme Seimaru • Urologista

Este site tem caráter informativo e educacional. O paciente jamais deve usar seu conteúdo para autodiagnóstico ou autotratamento.

A tansulosina pode alterar temporariamente o líquido seminal?

Sim, isso pode acontecer. A tansulosina é uma medicação muito utilizada para melhorar sintomas urinários, principalmente em homens com aumento benigno da glândula prostática. Mas ela também pode provocar mudanças no padrão da saída do líquido seminal. Um estudo recente mostrou que uma dose única de tansulosina 0,4 mg levou a: O pico desse efeito ocorreu em cerca de 12 horas. Isso não significa, necessariamente, dano permanente. Depois do efeito da medicação: Na maior parte dos casos, houve melhora em 24 horas e recuperação em até 48 horas. Ou seja: a tansulosina pode causar uma alteração importante no padrão íntimo, mas, nesse contexto estudado, o efeito foi transitório e reversível. O ponto mais importante é este: nem toda mudança nesse padrão significa problema definitivo. Em alguns casos, o efeito está relacionado ao medicamento. Ref.: Lopes LS et al. Single-dose Tamsulosin Induces Reversible Azoospermia and Ejaculatory Dysfunction. Int Braz J Urol.

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Nem todo cansaço após os 60 anos é consequência da idade

O envelhecimento provoca mudanças naturais no organismo, mas sintomas como cansaço persistente, perda de força, redução da massa muscular, queda da libido e diminuição da disposição merecem uma investigação adequada. Em alguns homens, esses sinais podem estar relacionados ao hipogonadismo, condição caracterizada pela deficiência de testosterona. Quando o diagnóstico é confirmado por meio da avaliação clínica e de exames laboratoriais, a reposição hormonal pode contribuir para a melhora da energia, da função sexual, da função cognitiva, da composição corporal e da qualidade de vida. No entanto, nem todo homem com níveis baixos de testosterona necessita de reposição. Em alguns casos, a alteração pode ser funcional e estar associada a fatores como estresse, sono inadequado, excesso de peso ou hábitos de vida. Por esse motivo, a indicação do tratamento deve ser individualizada e baseada em uma avaliação completa. Se esses sintomas fazem parte da sua rotina, procure atendimento especializado para investigar

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Alteração da função íntima masculina: quando investigar a circulação local?

Nem toda alteração da função íntima masculina tem a mesma causa. Muitos homens tratam a dificuldade de rigidez como se fosse apenas ansiedade, idade ou queda de desejo. Mas, em alguns casos, o problema pode estar na circulação. A resposta funcional da região íntima depende de entrada adequada de sangue e da capacidade de manter esse fluxo pelo tempo necessário. Quando esse mecanismo falha, a rigidez pode não ser suficiente ou pode não se manter. O Doppler peniano é um exame que avalia o fluxo sanguíneo local durante resposta induzida. Ele pode ajudar a identificar alterações arteriais ou dificuldade de retenção venosa. Isso é importante porque o tratamento muda quando a causa é melhor compreendida. Nem todo homem precisa do mesmo caminho. E nem todo caso deve ser tratado apenas com comprimidos. Esse exame pode ser considerado em situações selecionadas, como falha de tratamento, suspeita de causa vascular, histórico de

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Reposição hormonal e próstata: o tratamento faz a glândula aumentar?

Essa é uma dúvida muito comum no consultório. A resposta curta é: pode haver um aumento discreto do volume da glândula, sim. Os estudos mostram que essa mudança costuma ser modesta, principalmente nos primeiros meses de tratamento. Isso não significa crescimento descontrolado, nem o mesmo efeito para todos os homens. O ponto mais importante é outro: um pequeno aumento de volume não significa, automaticamente, piora dos sintomas urinários. Em muitos pacientes com sintomas leves a moderados, o tratamento não piora o jato urinário, a frequência ou o esvaziamento. Em alguns casos, o quadro pode até permanecer estável. Parte do medo existe porque muita gente mistura três assuntos diferentes: Essas coisas não são a mesma conversa. Também é verdade que um estudo grande com homens idosos e deficiência hormonal encontrou associação entre o tratamento e aumento do risco de hiperplasia prostática benigna. Isso não significa que todo homem vai desenvolver problema

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Após a cirurgia da glândula masculina, o líquido seminal pode mudar?

Quando a cirurgia é realizada para tratar tumor da glândula masculina, toda a glândula é retirada junto com estruturas que participam da formação do líquido seminal. Por isso, depois do procedimento, o homem pode continuar sentindo prazer, mas sem exteriorização do líquido seminal. Já nos tratamentos para aumento benigno da glândula masculina, como RTU e HoLEP, a alteração mais comum não costuma ser perda da sensação de prazer. O que pode acontecer é uma mudança no trajeto do líquido seminal, que passa a seguir para a bexiga em vez de sair pela uretra. Na prática, isso pode causar: Essa alteração é mais comum em procedimentos para aumento benigno da glândula e também pode acontecer com alguns medicamentos usados para melhorar o fluxo urinário. Medicamentos como tansulosina e doxazosina também podem causar alteração no volume ou no padrão da saída do líquido seminal em alguns homens. Em casos selecionados de aumento

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O que pode mudar na região íntima após a prostatectomia radical?

Quando se fala em prostatectomia radical, muita gente pensa apenas no tratamento da doença. Mas o pós-operatório também pode trazer mudanças que precisam ser entendidas com clareza. Após a cirurgia, alguns homens passam um período com redução importante da resposta erétil e menos episódios espontâneos de rigidez. Com isso, pode haver menor oxigenação dos tecidos da região íntima e alteração na capacidade de expansão local. Na prática, isso pode contribuir para: Por isso, o cuidado após a cirurgia não deve focar apenas na recuperação funcional imediata, mas também na preservação da saúde dos tecidos. Em muitos casos, a reabilitação precoce pode incluir: Essa investigação ajuda a evitar condutas pouco eficazes e também a direcionar melhor tratamentos mais específicos, quando necessários. Apesar de ser um cenário desafiador, existem estratégias de reabilitação, acompanhamento e tratamento para várias dessas mudanças. Entender isso cedo ajuda a planejar melhor o pós-operatório e a buscar ajuda

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Estou com câncer de próstata. O que pode mudar na minha qualidade de vida?

Receber esse diagnóstico já assusta. E, para muitos homens, a dúvida seguinte é: o que pode mudar depois do tratamento? Essa é uma pergunta muito comum e precisa ser discutida antes da decisão terapêutica. Cirurgia e radioterapia podem, sim, trazer impactos funcionais. Na cirurgia, pode haver alteração na função íntima, dependendo da preservação dos nervos e da condição clínica antes do procedimento. Na radioterapia, esse impacto pode surgir de forma mais progressiva. Além disso, após a cirurgia, também podem ocorrer mudanças no padrão ejaculatório. Mas é importante entender que resposta erétil, ejaculação, orgasmo e sensação de prazer não são a mesma coisa. Alguns homens conseguem manter boa percepção de prazer após o tratamento, enquanto outros podem apresentar alterações que precisam de acompanhamento adequado. O erro é decidir com medo ou sem informação. A escolha do tratamento precisa considerar não apenas o controle da doença, mas também qualidade de vida e

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Urofill: o que o homem precisa saber antes do preenchimento pe.niano?

Não é só sobre volume Antes de pensar no procedimento, é preciso entender indicação, expectativas, anatomia e segurança. A decisão deve ser médica, não baseada em comparação ou insegurança. Nem todo homem tem indicação A avaliação urológica analisa histórico de saúde, queixas, uso de medicamentos, expectativas e possíveis contraindicações. Expectativa real importa O preenchimento pe.niano pode ter indicação em casos selecionados, mas não deve ser tratado como promessa de desempenho, autoestima ou resultado padrão. Cada caso precisa ser avaliado individualmente. Segurança vem antes da estética Tipo de produto, técnica, quantidade aplicada e acompanhamento fazem diferença no resultado e na segurança. Está considerando o Urofill? Agende uma avaliação para entender se faz sentido para o seu caso.

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Homem também precisa de check-up: 5 cuidados que não deveriam ficar para depois

1. Avaliar a saúde da prós.tata A partir de certa idade, ou antes quando há histórico familiar, o acompanhamento urológico ajuda a identificar alterações de forma mais precoce. 2. Investigar sintomas urinários Jato fraco, vontade frequente de urinar, ardência ou acordar muitas vezes à noite não devem ser tratados como “coisa normal”. 3. Cuidar da saúde se.xual Dificuldade de ere.ção, queda da libido ou alterações na eja.culação podem ter relação com fatores hormonais, vasculares, emocionais ou metabólicos. 4. Olhar para exames de rotina Glicemia, colesterol, pressão, função renal e hormônios podem mostrar sinais importantes sobre a saúde do homem. 5. Não esperar sentir dor para procurar ajuda Muitos problemas de saúde começam silenciosos. Check-up não é exagero, é cuidado. Agende sua consulta e faça uma avaliação individualizada.

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UroFill: como definir a quantidade de ácido hialurônico?

A quantidade de ácido hialurônico utilizada na técnica UroFill® não é fixa. O volume é definido de acordo com a anatomia de cada paciente, as características dos tecidos e o objetivo estético desejado, não existindo uma medida ideal que sirva para todos. Entre os principais fatores avaliados estão a circunferência inicial da região, o comprimento, a espessura e a elasticidade da pele, a presença de irregularidades ou assimetrias e o grau de mudança esperado. Pacientes com maior extensão ou diâmetro podem necessitar de uma quantidade diferente de produto para que a aplicação seja distribuída de maneira uniforme. Da mesma forma, uma alteração mais discreta exige uma abordagem diferente de uma mudança mais perceptível. A segurança deve estar sempre acima da quantidade aplicada. Respeitar a capacidade dos tecidos e, quando necessário, realizar o procedimento de forma gradual é mais importante do que atingir um volume específico em uma única sessão. A

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Pedra nos rins: ingerir cálcio aumenta o risco?

Muitas pessoas recebem o diagnóstico de cálculo renal e já pensam que precisam cortar o cálcio da alimentação. Mas isso nem sempre está correto. A maioria dos cálculos é formada por oxalato de cálcio. Ainda assim, existem diferenças importantes entre os tipos de cálculo, e isso influencia a forma de prevenção. Existem, por exemplo, formas diferentes de oxalato de cálcio, como monohidratado e dihidratado, com características distintas. Em alguns casos, uma alimentação pobre em cálcio e rica em oxalato pode favorecer a formação de cálculos. Em outros, o contexto alimentar e metabólico precisa ser avaliado com mais cuidado. Ou seja: não existe uma orientação única para todos os casos. Entender o tipo de cálculo e os fatores que favorecem sua formação é essencial para fazer prevenção de forma mais precisa. Se você já teve cálculo renal ou quer evitar novas crises, a avaliação individualizada faz diferença.

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Perdi peso com caneta, mas o desejo caiu. O que pode estar acontecendo?

Emagrecer com medicações como semaglutida ou tirzepatida pode trazer muitos benefícios para a saúde masculina, especialmente no contexto da obesidade e do equilíbrio metabólico. Mas, em alguns casos, durante o processo de perda de peso, alguns homens percebem queda do desejo, cansaço, piora do rendimento físico e perda mais acentuada de massa muscular. Isso nem sempre acontece por causa direta da medicação. Quando o emagrecimento é muito rápido, com restrição calórica importante e perda relevante de gordura e massa magra, o organismo pode entrar em um estado de adaptação, priorizando funções básicas e impactando o equilíbrio hormonal. Nesse cenário, a produção de testosterona pode ser afetada, e isso pode se refletir em sintomas como: Além disso, sono ruim, sedentarismo, estresse, desequilíbrio metabólico e outros fatores do estilo de vida também podem interferir nesse processo. Ou seja: emagrecer é importante, e a medicação pode ser uma ferramenta útil. Mas quando existe

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