UroFill: como definir a quantidade de ácido hialurônico?

A quantidade de ácido hialurônico utilizada na técnica UroFill® não é fixa. O volume é definido de acordo com a anatomia de cada paciente, as características dos tecidos e o objetivo estético desejado, não existindo uma medida ideal que sirva para todos.

Entre os principais fatores avaliados estão a circunferência inicial da região, o comprimento, a espessura e a elasticidade da pele, a presença de irregularidades ou assimetrias e o grau de mudança esperado.

Pacientes com maior extensão ou diâmetro podem necessitar de uma quantidade diferente de produto para que a aplicação seja distribuída de maneira uniforme. Da mesma forma, uma alteração mais discreta exige uma abordagem diferente de uma mudança mais perceptível.

A segurança deve estar sempre acima da quantidade aplicada. Respeitar a capacidade dos tecidos e, quando necessário, realizar o procedimento de forma gradual é mais importante do que atingir um volume específico em uma única sessão.

A definição da quantidade adequada deve ser feita somente após avaliação médica individualizada, considerando anatomia, expectativas e segurança do procedimento.

UROLOGISTA EM REGISTRO/SP

Excelência em saúde masculina

Mais que um médico, um parceiro em sua qualidade de vida!

Dr. Guilherme Seimaru • Urologista

Este site tem caráter informativo e educacional. O paciente jamais deve usar seu conteúdo para autodiagnóstico ou autotratamento.

Radioterapia da glândula masculina pode afetar a qualidade de vida íntima?

Sim, isso pode acontecer. Mas, em geral, o impacto não costuma aparecer da mesma forma que após a cirurgia. Enquanto algumas mudanças cirúrgicas podem surgir logo no início do pós-operatório, após a radioterapia é mais comum que as alterações apareçam de forma gradual ao longo do tempo. Entre as possíveis mudanças, podem ocorrer: Isso acontece porque a radiação pode afetar vasos, nervos e tecidos envolvidos na resposta vascular local. Com o tempo, esse processo pode comprometer circulação, sensibilidade e função, especialmente quando existe inflamação progressiva dos tecidos. Ou seja: o fato de não ter havido cirurgia não significa ausência de impacto funcional.

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Diferença de tamanho na região testicular é normal?

Em muitos casos, sim. É comum existir uma pequena diferença de tamanho ou posição entre os dois lados da região testicular. Um deles pode ficar um pouco mais baixo ou parecer discretamente maior, e isso, sozinho, nem sempre significa doença. O que merece mais atenção é quando essa diferença aparece de forma mais evidente ou vem acompanhada de outros sinais, como: Nessas situações, pode ser necessário investigar causas como dilatação venosa local, acúmulo de líquido, inflamação ou outras alterações da região escrotal. Ou seja: uma leve assimetria pode ser normal. Já mudança recente, dor ou aumento de volume não devem ser ignorados. Se existir dúvida, a avaliação médica é o caminho mais seguro para entender o que está acontecendo.

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A circulação pode afetar a função íntima masculina?

A resposta íntima masculina também depende da saúde dos vasos sanguíneos. Para que ela aconteça adequadamente, as artérias precisam se dilatar e permitir a entrada suficiente de sangue na região. Quando o revestimento interno dos vasos não funciona como deveria, o fluxo sanguíneo pode ser prejudicado, dificultando alcançar ou manter uma resposta satisfatória. Essa alteração é conhecida como disfunção endotelial. Entre os fatores que podem comprometer a circulação estão hipertensão, diabetes, colesterol elevado, tabagismo, excesso de peso, sedentarismo e envelhecimento. Mudanças persistentes na função íntima podem representar um sinal de atenção para a saúde vascular. Por isso, não é recomendado tratar apenas o sintoma. A avaliação especializada permite investigar a circulação local, identificar possíveis fatores de risco e definir as opções de cuidado mais adequadas para cada caso.

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Pedra nos rins: ingerir cálcio aumenta o risco?

Muitas pessoas recebem o diagnóstico de cálculo renal e já pensam que precisam cortar o cálcio da alimentação. Mas isso nem sempre está correto. A maioria dos cálculos é formada por oxalato de cálcio. Ainda assim, existem diferenças importantes entre os tipos de cálculo, e isso influencia a forma de prevenção. Existem, por exemplo, formas diferentes de oxalato de cálcio, como monohidratado e dihidratado, com características distintas. Em alguns casos, uma alimentação pobre em cálcio e rica em oxalato pode favorecer a formação de cálculos. Em outros, o contexto alimentar e metabólico precisa ser avaliado com mais cuidado. Ou seja: não existe uma orientação única para todos os casos. Entender o tipo de cálculo e os fatores que favorecem sua formação é essencial para fazer prevenção de forma mais precisa. Se você já teve cálculo renal ou quer evitar novas crises, a avaliação individualizada faz diferença.

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Resposta íntima preservada, mas dificuldade para atingir o prazer: o que pode estar acontecendo?

Alguns homens mantêm o desejo e apresentam uma resposta íntima satisfatória, mas encontram dificuldade para chegar ao momento de prazer. Essa alteração pode ter diferentes causas e merece uma avaliação adequada. Entre os fatores que podem estar relacionados estão o uso de determinados medicamentos, especialmente antidepressivos, alterações nos níveis hormonais, condições neurológicas, ansiedade, estresse, preocupação excessiva com o desempenho e histórico de cirurgias na região pélvica. Em muitos casos, a dificuldade não está relacionada à resposta vascular, mas aos mecanismos envolvidos na sensação de prazer e na liberação do líquido seminal. Por isso, a investigação individualizada é importante para identificar os possíveis fatores envolvidos e definir a abordagem mais adequada para cada situação. Se essa alteração tem acontecido de forma persistente, procure avaliação com um urologista com atuação em saúde íntima masculina.

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Como o citrato de potássio ajuda a prevenir cálculos renais

O citrato de potássio não “quebra” a pedra. Ele ajuda a reduzir o ambiente favorável para a formação de novos cálculos. Ou seja: entra mais na prevenção do que na remoção. 1. Ele aumenta o citrato na urina. E isso importa porque o citrato se liga ao cálcio na urina. Quando isso acontece, o cálcio tem mais dificuldade para formar cristais com oxalato e fosfato. Resultado: menor risco de cálculos de cálcio. 2. Ele deixa a urina menos ácida. Depois de ser metabolizado, o citrato ajuda a elevar o pH urinário. Na prática, isso torna a urina menos ácida. E esse detalhe é importante porque alguns cálculos se formam justamente em urina mais ácida. Quando o pH urinário sobe, o citrato de potássio pode ajudar a prevenir principalmente cálculos de ácido úrico e cálculos de cistina. 3. Ele reduz a supersaturação de substâncias que formam pedra. De forma simples: menos

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Caverject ou Trimix na reabilitação da função íntima masculina: quando podem ser indicados?

A reabilitação da função íntima masculina deve ser realizada com orientação médica e nunca por automedicação. Em alguns casos, especialmente após cirurgias, tratamentos específicos ou alterações persistentes da resposta funcional, o urologista pode indicar estratégias para estimular a circulação e preservar a função da região. O Caverject e o Trimix são medicações de aplicação local que podem ser consideradas em situações selecionadas. O uso deve ocorrer somente após avaliação, com dose individualizada e orientação adequada sobre a forma de aplicação. O Trimix manipulado reúne substâncias com ações complementares, podendo ser indicado quando o médico considera que essa combinação é mais adequada às necessidades do paciente. Não existe uma opção que seja melhor para todos. A escolha depende da causa da alteração, da resposta a tratamentos anteriores, do histórico de saúde, dos possíveis efeitos adversos e dos objetivos da reabilitação. O uso sem acompanhamento pode causar dor, hematomas, resposta prolongada e

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Sou jovem. Por que devo consultar um urologista?

Muitos homens acreditam que o urologista é um médico apenas para pacientes mais velhos ou para tratar problemas de próstata. Na realidade, o acompanhamento urológico pode ser importante em todas as fases da vida, inclusive na juventude. A adolescência e o início da vida adulta são períodos marcados por diversas mudanças físicas, hormonais e íntimas. Nessa fase, podem surgir dúvidas sobre desenvolvimento genital, saúde íntima e reprodutiva. Além disso, algumas doenças são mais frequentes justamente em homens jovens. O câncer de testículo, por exemplo, é o tumor sólido mais comum entre os 15 e 35 anos. O diagnóstico precoce aumenta significativamente as chances de tratamento e cura. A consulta com o urologista também é uma oportunidade para receber orientações sobre prevenção de ISTs, vacinação contra HPV, hábitos saudáveis, fertilidade futura e saúde íntima baseada em informações científicas. Outro ponto importante é que muitos homens convivem por anos com problemas que

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A tansulosina pode alterar temporariamente o líquido seminal?

Sim, isso pode acontecer. A tansulosina é uma medicação muito utilizada para melhorar sintomas urinários, principalmente em homens com aumento benigno da glândula prostática. Mas ela também pode provocar mudanças no padrão da saída do líquido seminal. Um estudo recente mostrou que uma dose única de tansulosina 0,4 mg levou a: O pico desse efeito ocorreu em cerca de 12 horas. Isso não significa, necessariamente, dano permanente. Depois do efeito da medicação: Na maior parte dos casos, houve melhora em 24 horas e recuperação em até 48 horas. Ou seja: a tansulosina pode causar uma alteração importante no padrão íntimo, mas, nesse contexto estudado, o efeito foi transitório e reversível. O ponto mais importante é este: nem toda mudança nesse padrão significa problema definitivo. Em alguns casos, o efeito está relacionado ao medicamento. Ref.: Lopes LS et al. Single-dose Tamsulosin Induces Reversible Azoospermia and Ejaculatory Dysfunction. Int Braz J Urol.

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Após a cirurgia da glândula masculina, o líquido seminal pode mudar?

Quando a cirurgia é realizada para tratar tumor da glândula masculina, toda a glândula é retirada junto com estruturas que participam da formação do líquido seminal. Por isso, depois do procedimento, o homem pode continuar sentindo prazer, mas sem exteriorização do líquido seminal. Já nos tratamentos para aumento benigno da glândula masculina, como RTU e HoLEP, a alteração mais comum não costuma ser perda da sensação de prazer. O que pode acontecer é uma mudança no trajeto do líquido seminal, que passa a seguir para a bexiga em vez de sair pela uretra. Na prática, isso pode causar: Essa alteração é mais comum em procedimentos para aumento benigno da glândula e também pode acontecer com alguns medicamentos usados para melhorar o fluxo urinário. Medicamentos como tansulosina e doxazosina também podem causar alteração no volume ou no padrão da saída do líquido seminal em alguns homens. Em casos selecionados de aumento

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Sua resposta íntima ou seu desejo mudou depois que você começou um medicamento?

Alguns medicamentos podem interferir na função íntima. Entre eles, podem estar alguns utilizados para: Dependendo do medicamento e do paciente, podem ocorrer mudanças no desejo, na resposta íntima ou na liberação do líquido seminal. Mas atenção: uma alteração surgir depois do início de um medicamento não significa, necessariamente, que ele seja a única causa. Sono inadequado, estresse, alterações hormonais, diabetes, circulação e a própria condição que está sendo tratada também podem interferir na vida íntima. Na consulta, algumas perguntas ajudam a compreender melhor esse cenário: É o conjunto dessas informações que ajuda a entender a possível relação. Não interrompa um medicamento por conta própria porque percebeu mudanças no desejo ou na resposta íntima. O tratamento pode ser importante para outra condição de saúde, e qualquer ajuste precisa ser discutido com o médico responsável. Percebeu alguma mudança depois de começar uma medicação? Agende uma avaliação e leve a lista dos medicamentos

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HoLEP para aumento benigno da glândula masculina: quando pode ser indicado?

O aumento benigno da glândula masculina pode dificultar a passagem da urina e provocar sintomas como jato fraco, demora para iniciar, sensação de esvaziamento incompleto da bexiga e necessidade de levantar várias vezes durante a noite. Em alguns pacientes, o tratamento com medicamentos não controla adequadamente os sintomas ou deixa de proporcionar a melhora esperada na qualidade de vida. Nesses casos, o HoLEP pode ser considerado. O HoLEP é um procedimento realizado por via endoscópica, com o uso de laser, para remover a parte interna da glândula que está dificultando o fluxo urinário. Em situações selecionadas, a técnica pode ser utilizada em glândulas de diferentes tamanhos, proporcionando boa desobstrução e sem necessidade de cortes externos. No entanto, essa abordagem não é indicada para todos os pacientes. A escolha depende do tamanho da glândula, da intensidade dos sintomas, dos resultados dos exames, do estado geral de saúde e do uso de

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