Sunga, roupa de ciclismo e autoestima masculina: quando a aparência íntima incomoda

Algumas roupas deixam o corpo mais exposto

Sungas, roupas de ciclismo e peças mais ajustadas podem fazer alguns homens se sentirem desconfortáveis com o volume ou o contorno da região genital.

Esse incômodo pode afetar a confiança

Para alguns homens, não é apenas uma questão estética.

Pode envolver vergonha, comparação, insegurança e até evitar praia, piscina, esporte ou momentos de exposição.

Mas autoestima não deve ser tratada com impulso

Antes de buscar qualquer procedimento, é importante entender de onde vem esse incômodo, qual é a expectativa e se existe indicação médica para o caso.

O preenchimento pe.niano pode ser uma possibilidade

Ele deve ser discutido com responsabilidade, considerando anatomia, segurança, técnica, limites do procedimento e acompanhamento médico.

Aparência íntima também merece uma conversa séria

Sentir desconforto com o próprio corpo não precisa ser motivo de silêncio.

O primeiro passo é uma avaliação individualizada com o urologista.

Está incomodado com a aparência genital?

Agende uma consulta e entenda, com segurança, quais possibilidades fazem sentido para o seu caso.

UROLOGISTA EM REGISTRO/SP

Excelência em saúde masculina

Mais que um médico, um parceiro em sua qualidade de vida!

Dr. Guilherme Seimaru • Urologista

Este site tem caráter informativo e educacional. O paciente jamais deve usar seu conteúdo para autodiagnóstico ou autotratamento.

Após a cirurgia da glândula masculina, o líquido seminal pode mudar?

Quando a cirurgia é realizada para tratar tumor da glândula masculina, toda a glândula é retirada junto com estruturas que participam da formação do líquido seminal. Por isso, depois do procedimento, o homem pode continuar sentindo prazer, mas sem exteriorização do líquido seminal. Já nos tratamentos para aumento benigno da glândula masculina, como RTU e HoLEP, a alteração mais comum não costuma ser perda da sensação de prazer. O que pode acontecer é uma mudança no trajeto do líquido seminal, que passa a seguir para a bexiga em vez de sair pela uretra. Na prática, isso pode causar: Essa alteração é mais comum em procedimentos para aumento benigno da glândula e também pode acontecer com alguns medicamentos usados para melhorar o fluxo urinário. Medicamentos como tansulosina e doxazosina também podem causar alteração no volume ou no padrão da saída do líquido seminal em alguns homens. Em casos selecionados de aumento

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Insulina alta pode prejudicar a função íntima masculina?

A resistência insulínica é frequente em homens com alteração da função íntima, inclusive em pacientes mais jovens. Na prática clínica, observa-se que homens com diabetes, pré-diabetes ou resistência insulínica podem apresentar piora da rigidez e da resposta funcional. Isso acontece porque níveis altos de insulina podem comprometer a circulação local e reduzir a capacidade de vasodilatação, interferindo em mecanismos importantes da resposta vascular masculina. Em alguns casos, esse impacto pode ocorrer mesmo em homens que já utilizam medicações específicas para melhorar a circulação local. E o problema não para aí. Com o tempo, quando diabetes ou resistência insulínica não são tratados adequadamente, pode haver prejuízo estrutural progressivo dos tecidos, com impacto maior na função e na qualidade de vida. Por isso, cuidar da saúde metabólica também é cuidar da saúde masculina como um todo.

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Nem todo cansaço após os 60 anos é consequência da idade

O envelhecimento provoca mudanças naturais no organismo, mas sintomas como cansaço persistente, perda de força, redução da massa muscular, queda da libido e diminuição da disposição merecem uma investigação adequada. Em alguns homens, esses sinais podem estar relacionados ao hipogonadismo, condição caracterizada pela deficiência de testosterona. Quando o diagnóstico é confirmado por meio da avaliação clínica e de exames laboratoriais, a reposição hormonal pode contribuir para a melhora da energia, da função sexual, da função cognitiva, da composição corporal e da qualidade de vida. No entanto, nem todo homem com níveis baixos de testosterona necessita de reposição. Em alguns casos, a alteração pode ser funcional e estar associada a fatores como estresse, sono inadequado, excesso de peso ou hábitos de vida. Por esse motivo, a indicação do tratamento deve ser individualizada e baseada em uma avaliação completa. Se esses sintomas fazem parte da sua rotina, procure atendimento especializado para investigar

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Pedra nos rins: ingerir cálcio aumenta o risco?

Muitas pessoas recebem o diagnóstico de cálculo renal e já pensam que precisam cortar o cálcio da alimentação. Mas isso nem sempre está correto. A maioria dos cálculos é formada por oxalato de cálcio. Ainda assim, existem diferenças importantes entre os tipos de cálculo, e isso influencia a forma de prevenção. Existem, por exemplo, formas diferentes de oxalato de cálcio, como monohidratado e dihidratado, com características distintas. Em alguns casos, uma alimentação pobre em cálcio e rica em oxalato pode favorecer a formação de cálculos. Em outros, o contexto alimentar e metabólico precisa ser avaliado com mais cuidado. Ou seja: não existe uma orientação única para todos os casos. Entender o tipo de cálculo e os fatores que favorecem sua formação é essencial para fazer prevenção de forma mais precisa. Se você já teve cálculo renal ou quer evitar novas crises, a avaliação individualizada faz diferença.

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O que influencia o crescimento pe.niano?

Essa é uma dúvida comum, mas muita gente ainda procura resposta em lugar errado. O crescimento pe.niano não depende de receita caseira, suplemento milagroso ou exercício aleatório. Ele segue, principalmente, a biologia do corpo. O principal fator é hormonal. Durante a puberdade, o crescimento pe.niano depende principalmente da ação da testosterona e de outros hormônios do desenvolvimento. É nessa fase que o corpo responde com mais intensidade. Se houver atraso puberal, deficiência hormonal ou alteração do desenvolvimento nessa fase, isso pode interferir no crescimento. Por isso, em alguns casos, investigar cedo é importante. Genética também pesa. Assim como altura, barba, voz e composição corporal, o desenvolvimento pe.niano também sofre influência genética. Ou seja: não existe um padrão único para todos os homens. Peso corporal e gordura localizada podem mudar a percepção. Em alguns homens, excesso de gordura na região pubiana pode “esconder” parte do comprimento visível. Nesses casos, a sensação

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Homem também precisa de check-up: 5 cuidados que não deveriam ficar para depois

1. Avaliar a saúde da prós.tata A partir de certa idade, ou antes quando há histórico familiar, o acompanhamento urológico ajuda a identificar alterações de forma mais precoce. 2. Investigar sintomas urinários Jato fraco, vontade frequente de urinar, ardência ou acordar muitas vezes à noite não devem ser tratados como “coisa normal”. 3. Cuidar da saúde se.xual Dificuldade de ere.ção, queda da libido ou alterações na eja.culação podem ter relação com fatores hormonais, vasculares, emocionais ou metabólicos. 4. Olhar para exames de rotina Glicemia, colesterol, pressão, função renal e hormônios podem mostrar sinais importantes sobre a saúde do homem. 5. Não esperar sentir dor para procurar ajuda Muitos problemas de saúde começam silenciosos. Check-up não é exagero, é cuidado. Agende sua consulta e faça uma avaliação individualizada.

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Alteração da função íntima masculina: quando investigar a circulação local?

Nem toda alteração da função íntima masculina tem a mesma causa. Muitos homens tratam a dificuldade de rigidez como se fosse apenas ansiedade, idade ou queda de desejo. Mas, em alguns casos, o problema pode estar na circulação. A resposta funcional da região íntima depende de entrada adequada de sangue e da capacidade de manter esse fluxo pelo tempo necessário. Quando esse mecanismo falha, a rigidez pode não ser suficiente ou pode não se manter. O Doppler peniano é um exame que avalia o fluxo sanguíneo local durante resposta induzida. Ele pode ajudar a identificar alterações arteriais ou dificuldade de retenção venosa. Isso é importante porque o tratamento muda quando a causa é melhor compreendida. Nem todo homem precisa do mesmo caminho. E nem todo caso deve ser tratado apenas com comprimidos. Esse exame pode ser considerado em situações selecionadas, como falha de tratamento, suspeita de causa vascular, histórico de

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Testosterona pode ajudar no tratamento da osteoporose masculina?

O hipogonadismo é uma causa bem estabelecida de perda óssea e osteoporose secundária em homens e mulheres, sendo um dos fatores secundários mais frequentes de osteoporose em homens. A deficiência de esteroides sexuais acelera a perda óssea através de múltiplos mecanismos, aumentando a reabsorção óssea e, em alguns casos, diminuindo a formação óssea. Em homens, embora a testosterona seja importante, o estradiol, derivado da aromatização da testosterona, é o principal determinante da saúde óssea. Estudos demonstram que níveis séricos de estradiol abaixo de 10 pg/mL (36,7 pmol/L) e testosterona total abaixo de 200 ng/dL (6,9 nmol/L) são prejudiciais à saúde óssea. O estradiol previne a maior parte do aumento na reabsorção óssea associado à deficiência de esteroides sexuais. A testosterona não é aprovada como tratamento para osteoporose ou prevenção de fraturas, sendo seu uso indicado somente em conjunto com medicações de cálcio, vitamina D e fixadores de cálcio nos ossos,

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Reposição hormonal e próstata: o tratamento faz a glândula aumentar?

Essa é uma dúvida muito comum no consultório. A resposta curta é: pode haver um aumento discreto do volume da glândula, sim. Os estudos mostram que essa mudança costuma ser modesta, principalmente nos primeiros meses de tratamento. Isso não significa crescimento descontrolado, nem o mesmo efeito para todos os homens. O ponto mais importante é outro: um pequeno aumento de volume não significa, automaticamente, piora dos sintomas urinários. Em muitos pacientes com sintomas leves a moderados, o tratamento não piora o jato urinário, a frequência ou o esvaziamento. Em alguns casos, o quadro pode até permanecer estável. Parte do medo existe porque muita gente mistura três assuntos diferentes: Essas coisas não são a mesma conversa. Também é verdade que um estudo grande com homens idosos e deficiência hormonal encontrou associação entre o tratamento e aumento do risco de hiperplasia prostática benigna. Isso não significa que todo homem vai desenvolver problema

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Creatina e performance íntima

Muitos homens escutam que a creatina “derruba”, “trava” ou “acaba com a vida íntima”. Mas essa conta não fecha tão fácil. Dá para culpar a creatina pela queda de desempenho? Ela atua principalmente na produção de energia dentro da célula muscular. A creatina não é hormônio, não é anabolizante, e não existe evidência sólida de que ela, por si só, cause piora da resposta íntima ou da libido. Ativar o metabolismo com boas práticas de exercício e boa alimentação é o melhor caminho para uma vida saudável.

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Caverject ou Trimix na reabilitação da função íntima masculina: quando podem ser indicados?

A reabilitação da função íntima masculina deve ser realizada com orientação médica e nunca por automedicação. Em alguns casos, especialmente após cirurgias, tratamentos específicos ou alterações persistentes da resposta funcional, o urologista pode indicar estratégias para estimular a circulação e preservar a função da região. O Caverject e o Trimix são medicações de aplicação local que podem ser consideradas em situações selecionadas. O uso deve ocorrer somente após avaliação, com dose individualizada e orientação adequada sobre a forma de aplicação. O Trimix manipulado reúne substâncias com ações complementares, podendo ser indicado quando o médico considera que essa combinação é mais adequada às necessidades do paciente. Não existe uma opção que seja melhor para todos. A escolha depende da causa da alteração, da resposta a tratamentos anteriores, do histórico de saúde, dos possíveis efeitos adversos e dos objetivos da reabilitação. O uso sem acompanhamento pode causar dor, hematomas, resposta prolongada e

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Diferença de tamanho na região testicular é normal?

Em muitos casos, sim. É comum existir uma pequena diferença de tamanho ou posição entre os dois lados da região testicular. Um deles pode ficar um pouco mais baixo ou parecer discretamente maior, e isso, sozinho, nem sempre significa doença. O que merece mais atenção é quando essa diferença aparece de forma mais evidente ou vem acompanhada de outros sinais, como: Nessas situações, pode ser necessário investigar causas como dilatação venosa local, acúmulo de líquido, inflamação ou outras alterações da região escrotal. Ou seja: uma leve assimetria pode ser normal. Já mudança recente, dor ou aumento de volume não devem ser ignorados. Se existir dúvida, a avaliação médica é o caminho mais seguro para entender o que está acontecendo.

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