Quando se fala em prostatectomia radical, muita gente pensa apenas no tratamento da doença.
Mas o pós-operatório também pode trazer mudanças que precisam ser entendidas com clareza.
Após a cirurgia, alguns homens passam um período com redução importante da resposta erétil e menos episódios espontâneos de rigidez. Com isso, pode haver menor oxigenação dos tecidos da região íntima e alteração na capacidade de expansão local.
Na prática, isso pode contribuir para:
- sensação de encurtamento;
- piora da rigidez;
- mudanças estruturais no tecido;
- redução da elasticidade local.
Por isso, o cuidado após a cirurgia não deve focar apenas na recuperação funcional imediata, mas também na preservação da saúde dos tecidos.
Em muitos casos, a reabilitação precoce pode incluir:
- fisioterapia pélvica;
- vacuoterapia;
- uso de extensor;
- avaliação vascular com Doppler peniano, quando indicado.
Essa investigação ajuda a evitar condutas pouco eficazes e também a direcionar melhor tratamentos mais específicos, quando necessários.
Apesar de ser um cenário desafiador, existem estratégias de reabilitação, acompanhamento e tratamento para várias dessas mudanças.
Entender isso cedo ajuda a planejar melhor o pós-operatório e a buscar ajuda no momento certo.











