Quer aumentar o volume da região íntima para o verão? Antes de decidir pelo UroFill®, alguns pontos precisam ser avaliados

Não existe um volume padrão para todos.
A quantidade de ácido hialurônico depende da anatomia, da circunferência inicial, do comprimento da região, da elasticidade dos tecidos e do resultado desejado.

O procedimento também precisa caber na sua agenda.
Após a aplicação, podem existir cuidados temporários com atividades físicas, vida íntima, piscina, praia e exposição ao calor. Por isso, realizar o procedimento na véspera de uma viagem, por exemplo, pode não ser uma boa ideia.

Naturalidade exige proporção.
O objetivo não deve ser apenas aplicar mais produto. Distribuição uniforme, respeito aos limites dos tecidos e expectativas realistas são essenciais para um resultado equilibrado.

Quer se preparar para o verão com segurança?
Agende uma avaliação para entender se o UroFill® é indicado para você e planejar o procedimento de forma individualizada.

UROLOGISTA EM REGISTRO/SP

Excelência em saúde masculina

Mais que um médico, um parceiro em sua qualidade de vida!

Dr. Guilherme Seimaru • Urologista

Este site tem caráter informativo e educacional. O paciente jamais deve usar seu conteúdo para autodiagnóstico ou autotratamento.

UroFill: como definir a quantidade de ácido hialurônico?

A quantidade de ácido hialurônico utilizada na técnica UroFill® não é fixa. O volume é definido de acordo com a anatomia de cada paciente, as características dos tecidos e o objetivo estético desejado, não existindo uma medida ideal que sirva para todos. Entre os principais fatores avaliados estão a circunferência inicial da região, o comprimento, a espessura e a elasticidade da pele, a presença de irregularidades ou assimetrias e o grau de mudança esperado. Pacientes com maior extensão ou diâmetro podem necessitar de uma quantidade diferente de produto para que a aplicação seja distribuída de maneira uniforme. Da mesma forma, uma alteração mais discreta exige uma abordagem diferente de uma mudança mais perceptível. A segurança deve estar sempre acima da quantidade aplicada. Respeitar a capacidade dos tecidos e, quando necessário, realizar o procedimento de forma gradual é mais importante do que atingir um volume específico em uma única sessão. A

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O que influencia o crescimento pe.niano?

Essa é uma dúvida comum, mas muita gente ainda procura resposta em lugar errado. O crescimento pe.niano não depende de receita caseira, suplemento milagroso ou exercício aleatório. Ele segue, principalmente, a biologia do corpo. O principal fator é hormonal. Durante a puberdade, o crescimento pe.niano depende principalmente da ação da testosterona e de outros hormônios do desenvolvimento. É nessa fase que o corpo responde com mais intensidade. Se houver atraso puberal, deficiência hormonal ou alteração do desenvolvimento nessa fase, isso pode interferir no crescimento. Por isso, em alguns casos, investigar cedo é importante. Genética também pesa. Assim como altura, barba, voz e composição corporal, o desenvolvimento pe.niano também sofre influência genética. Ou seja: não existe um padrão único para todos os homens. Peso corporal e gordura localizada podem mudar a percepção. Em alguns homens, excesso de gordura na região pubiana pode “esconder” parte do comprimento visível. Nesses casos, a sensação

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Creatina e performance íntima

Muitos homens escutam que a creatina “derruba”, “trava” ou “acaba com a vida íntima”. Mas essa conta não fecha tão fácil. Dá para culpar a creatina pela queda de desempenho? Ela atua principalmente na produção de energia dentro da célula muscular. A creatina não é hormônio, não é anabolizante, e não existe evidência sólida de que ela, por si só, cause piora da resposta íntima ou da libido. Ativar o metabolismo com boas práticas de exercício e boa alimentação é o melhor caminho para uma vida saudável.

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HoLEP e vida íntima: o que pode mudar após o procedimento?

Uma das principais dúvidas de homens com aumento benigno da glândula masculina é se o tratamento pode afetar a vida íntima. Esse receio faz com que alguns pacientes adiem a avaliação, mesmo quando os sintomas urinários já interferem na rotina e na qualidade de vida. É importante entender que a resposta íntima e a liberação do líquido seminal são funções diferentes. A primeira está relacionada à rigidez da região, enquanto a segunda corresponde à saída do líquido durante o momento de prazer. Quando bem indicado e realizado com técnica adequada, o HoLEP costuma apresentar baixo risco de comprometer a resposta íntima. O objetivo do procedimento é desobstruir a passagem da urina, sem atuar diretamente nos mecanismos responsáveis pela rigidez. A mudança observada com maior frequência ocorre na liberação do líquido seminal. Após o procedimento, alguns homens podem perceber redução ou ausência da saída do líquido. Essa alteração é conhecida como

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Finasterida ou dutasterida podem afetar o desejo?

Finasterida e dutasterida atuam reduzindo a ação da DHT, hormônio relacionado ao crescimento da glândula prostática e também à queda de cabelo. Em alguns homens, o uso desses medicamentos pode estar associado a mudanças no desejo, na resposta íntima, no volume do líquido seminal ou na sua liberação. No entanto, essas alterações também podem estar relacionadas a outros fatores, como estresse, qualidade inadequada do sono, alterações hormonais, doenças metabólicas, questões emocionais ou uso de outros medicamentos. Por isso, é importante investigar o quadro antes de atribuir os sintomas exclusivamente ao tratamento. O medicamento não deve ser suspenso por conta própria. A indicação, a dose e as possíveis alternativas precisam ser avaliadas pelo médico responsável pelo acompanhamento. Caso perceba mudanças persistentes no desejo ou na resposta íntima durante o tratamento, procure uma avaliação para investigar a causa e revisar a conduta de forma individualizada e segura.

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Percebeu redução no volume do líquido seminal?

A diminuição do volume do líquido seminal pode acontecer por diferentes motivos e nem sempre está relacionada à infertilidade. Ainda assim, quando a mudança é persistente, merece atenção. Entre as possíveis causas estão o avanço da idade, que pode reduzir a produção de secreções pelas estruturas responsáveis pela composição do líquido seminal, o uso de testosterona, alguns medicamentos e cirurgias realizadas na região urinária. Em determinados casos, também pode ocorrer alteração no trajeto do líquido, fazendo com que ele seja direcionado para a bexiga em vez de ser eliminado normalmente. Além disso, intervalos muito curtos entre as relações podem fazer com que o volume pareça temporariamente menor. É importante lembrar que a maior parte do líquido seminal é produzida pelas vesículas seminais e pela glândula prostática, e não pelos órgãos reprodutivos masculinos responsáveis pela produção das células reprodutivas. Se essa redução aconteceu de forma persistente, está associada à dificuldade para

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Quando o exame seminal vem alterado, o que precisa ser investigado?

Alterações no exame seminal não devem ser vistas apenas como uma questão reprodutiva. Na prática clínica, é comum encontrar pacientes com excesso de peso, sedentarismo, tabagismo, inflamação sistêmica ou desequilíbrios metabólicos apresentando alterações nesses parâmetros. Sabe-se que um organismo em estado inflamatório pode aumentar o estresse oxidativo, o que prejudica o funcionamento adequado do órgão masculino. Com isso, funções importantes da saúde masculina podem ser afetadas. Em alguns casos, alterações no exame seminal podem estar associadas a: Ou seja: nem sempre o exame alterado aponta apenas para dificuldade reprodutiva. Às vezes, ele pode ser um sinal de que o corpo precisa de uma avaliação mais ampla. Por isso, investigar a causa é essencial. Manter exames em dia e cuidar da saúde masculina de forma preventiva ajuda a identificar alterações mais cedo e conduzir o acompanhamento da forma correta.

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Sou jovem. Por que devo consultar um urologista?

Muitos homens acreditam que o urologista é um médico apenas para pacientes mais velhos ou para tratar problemas de próstata. Na realidade, o acompanhamento urológico pode ser importante em todas as fases da vida, inclusive na juventude. A adolescência e o início da vida adulta são períodos marcados por diversas mudanças físicas, hormonais e íntimas. Nessa fase, podem surgir dúvidas sobre desenvolvimento genital, saúde íntima e reprodutiva. Além disso, algumas doenças são mais frequentes justamente em homens jovens. O câncer de testículo, por exemplo, é o tumor sólido mais comum entre os 15 e 35 anos. O diagnóstico precoce aumenta significativamente as chances de tratamento e cura. A consulta com o urologista também é uma oportunidade para receber orientações sobre prevenção de ISTs, vacinação contra HPV, hábitos saudáveis, fertilidade futura e saúde íntima baseada em informações científicas. Outro ponto importante é que muitos homens convivem por anos com problemas que

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Pedra nos rins: ingerir cálcio aumenta o risco?

Muitas pessoas recebem o diagnóstico de cálculo renal e já pensam que precisam cortar o cálcio da alimentação. Mas isso nem sempre está correto. A maioria dos cálculos é formada por oxalato de cálcio. Ainda assim, existem diferenças importantes entre os tipos de cálculo, e isso influencia a forma de prevenção. Existem, por exemplo, formas diferentes de oxalato de cálcio, como monohidratado e dihidratado, com características distintas. Em alguns casos, uma alimentação pobre em cálcio e rica em oxalato pode favorecer a formação de cálculos. Em outros, o contexto alimentar e metabólico precisa ser avaliado com mais cuidado. Ou seja: não existe uma orientação única para todos os casos. Entender o tipo de cálculo e os fatores que favorecem sua formação é essencial para fazer prevenção de forma mais precisa. Se você já teve cálculo renal ou quer evitar novas crises, a avaliação individualizada faz diferença.

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HoLEP para aumento benigno da glândula masculina: quando pode ser indicado?

O aumento benigno da glândula masculina pode dificultar a passagem da urina e provocar sintomas como jato fraco, demora para iniciar, sensação de esvaziamento incompleto da bexiga e necessidade de levantar várias vezes durante a noite. Em alguns pacientes, o tratamento com medicamentos não controla adequadamente os sintomas ou deixa de proporcionar a melhora esperada na qualidade de vida. Nesses casos, o HoLEP pode ser considerado. O HoLEP é um procedimento realizado por via endoscópica, com o uso de laser, para remover a parte interna da glândula que está dificultando o fluxo urinário. Em situações selecionadas, a técnica pode ser utilizada em glândulas de diferentes tamanhos, proporcionando boa desobstrução e sem necessidade de cortes externos. No entanto, essa abordagem não é indicada para todos os pacientes. A escolha depende do tamanho da glândula, da intensidade dos sintomas, dos resultados dos exames, do estado geral de saúde e do uso de

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Como o citrato de potássio ajuda a prevenir cálculos renais

O citrato de potássio não “quebra” a pedra. Ele ajuda a reduzir o ambiente favorável para a formação de novos cálculos. Ou seja: entra mais na prevenção do que na remoção. 1. Ele aumenta o citrato na urina. E isso importa porque o citrato se liga ao cálcio na urina. Quando isso acontece, o cálcio tem mais dificuldade para formar cristais com oxalato e fosfato. Resultado: menor risco de cálculos de cálcio. 2. Ele deixa a urina menos ácida. Depois de ser metabolizado, o citrato ajuda a elevar o pH urinário. Na prática, isso torna a urina menos ácida. E esse detalhe é importante porque alguns cálculos se formam justamente em urina mais ácida. Quando o pH urinário sobe, o citrato de potássio pode ajudar a prevenir principalmente cálculos de ácido úrico e cálculos de cistina. 3. Ele reduz a supersaturação de substâncias que formam pedra. De forma simples: menos

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Reposição hormonal e próstata: o tratamento faz a glândula aumentar?

Essa é uma dúvida muito comum no consultório. A resposta curta é: pode haver um aumento discreto do volume da glândula, sim. Os estudos mostram que essa mudança costuma ser modesta, principalmente nos primeiros meses de tratamento. Isso não significa crescimento descontrolado, nem o mesmo efeito para todos os homens. O ponto mais importante é outro: um pequeno aumento de volume não significa, automaticamente, piora dos sintomas urinários. Em muitos pacientes com sintomas leves a moderados, o tratamento não piora o jato urinário, a frequência ou o esvaziamento. Em alguns casos, o quadro pode até permanecer estável. Parte do medo existe porque muita gente mistura três assuntos diferentes: Essas coisas não são a mesma conversa. Também é verdade que um estudo grande com homens idosos e deficiência hormonal encontrou associação entre o tratamento e aumento do risco de hiperplasia prostática benigna. Isso não significa que todo homem vai desenvolver problema

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