Testosterona pode ajudar no tratamento da osteoporose masculina?

O hipogonadismo é uma causa bem estabelecida de perda óssea e osteoporose secundária em homens e mulheres, sendo um dos fatores secundários mais frequentes de osteoporose em homens.

A deficiência de esteroides sexuais acelera a perda óssea através de múltiplos mecanismos, aumentando a reabsorção óssea e, em alguns casos, diminuindo a formação óssea.

Em homens, embora a testosterona seja importante, o estradiol, derivado da aromatização da testosterona, é o principal determinante da saúde óssea. Estudos demonstram que níveis séricos de estradiol abaixo de 10 pg/mL (36,7 pmol/L) e testosterona total abaixo de 200 ng/dL (6,9 nmol/L) são prejudiciais à saúde óssea. O estradiol previne a maior parte do aumento na reabsorção óssea associado à deficiência de esteroides sexuais.

A testosterona não é aprovada como tratamento para osteoporose ou prevenção de fraturas, sendo seu uso indicado somente em conjunto com medicações de cálcio, vitamina D e fixadores de cálcio nos ossos, em casos específicos associados ao baixo nível de testosterona.

A terapia com testosterona em homens hipogonadais aumenta a DMO vertebral e femoral, tanto areal quanto volumétrica, além da resistência óssea, mas não há estudos sobre efeitos na redução de fraturas.

O principal disso tudo é que é impossível descobrir se está correndo risco de fraturas sem acompanhamento médico adequado.

UROLOGISTA EM REGISTRO/SP

Excelência em saúde masculina

Mais que um médico, um parceiro em sua qualidade de vida!

Dr. Guilherme Seimaru • Urologista

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Testosterona pode ajudar no tratamento da osteoporose masculina?

O hipogonadismo é uma causa bem estabelecida de perda óssea e osteoporose secundária em homens e mulheres, sendo um dos fatores secundários mais frequentes de osteoporose em homens. A deficiência de esteroides sexuais acelera a perda óssea através de múltiplos mecanismos, aumentando a reabsorção óssea e, em alguns casos, diminuindo a formação óssea. Em homens, embora a testosterona seja importante, o estradiol, derivado da aromatização da testosterona, é o principal determinante da saúde óssea. Estudos demonstram que níveis séricos de estradiol abaixo de 10 pg/mL (36,7 pmol/L) e testosterona total abaixo de 200 ng/dL (6,9 nmol/L) são prejudiciais à saúde óssea. O estradiol previne a maior parte do aumento na reabsorção óssea associado à deficiência de esteroides sexuais. A testosterona não é aprovada como tratamento para osteoporose ou prevenção de fraturas, sendo seu uso indicado somente em conjunto com medicações de cálcio, vitamina D e fixadores de cálcio nos ossos,

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Quando o exame seminal vem alterado, o que precisa ser investigado?

Alterações no exame seminal não devem ser vistas apenas como uma questão reprodutiva. Na prática clínica, é comum encontrar pacientes com excesso de peso, sedentarismo, tabagismo, inflamação sistêmica ou desequilíbrios metabólicos apresentando alterações nesses parâmetros. Sabe-se que um organismo em estado inflamatório pode aumentar o estresse oxidativo, o que prejudica o funcionamento adequado do órgão masculino. Com isso, funções importantes da saúde masculina podem ser afetadas. Em alguns casos, alterações no exame seminal podem estar associadas a: Ou seja: nem sempre o exame alterado aponta apenas para dificuldade reprodutiva. Às vezes, ele pode ser um sinal de que o corpo precisa de uma avaliação mais ampla. Por isso, investigar a causa é essencial. Manter exames em dia e cuidar da saúde masculina de forma preventiva ajuda a identificar alterações mais cedo e conduzir o acompanhamento da forma correta.

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Homem também precisa de check-up: 5 cuidados que não deveriam ficar para depois

1. Avaliar a saúde da prós.tata A partir de certa idade, ou antes quando há histórico familiar, o acompanhamento urológico ajuda a identificar alterações de forma mais precoce. 2. Investigar sintomas urinários Jato fraco, vontade frequente de urinar, ardência ou acordar muitas vezes à noite não devem ser tratados como “coisa normal”. 3. Cuidar da saúde se.xual Dificuldade de ere.ção, queda da libido ou alterações na eja.culação podem ter relação com fatores hormonais, vasculares, emocionais ou metabólicos. 4. Olhar para exames de rotina Glicemia, colesterol, pressão, função renal e hormônios podem mostrar sinais importantes sobre a saúde do homem. 5. Não esperar sentir dor para procurar ajuda Muitos problemas de saúde começam silenciosos. Check-up não é exagero, é cuidado. Agende sua consulta e faça uma avaliação individualizada.

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Alteração da função íntima masculina: quando investigar a circulação local?

Nem toda alteração da função íntima masculina tem a mesma causa. Muitos homens tratam a dificuldade de rigidez como se fosse apenas ansiedade, idade ou queda de desejo. Mas, em alguns casos, o problema pode estar na circulação. A resposta funcional da região íntima depende de entrada adequada de sangue e da capacidade de manter esse fluxo pelo tempo necessário. Quando esse mecanismo falha, a rigidez pode não ser suficiente ou pode não se manter. O Doppler peniano é um exame que avalia o fluxo sanguíneo local durante resposta induzida. Ele pode ajudar a identificar alterações arteriais ou dificuldade de retenção venosa. Isso é importante porque o tratamento muda quando a causa é melhor compreendida. Nem todo homem precisa do mesmo caminho. E nem todo caso deve ser tratado apenas com comprimidos. Esse exame pode ser considerado em situações selecionadas, como falha de tratamento, suspeita de causa vascular, histórico de

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Reposição hormonal e próstata: o tratamento faz a glândula aumentar?

Essa é uma dúvida muito comum no consultório. A resposta curta é: pode haver um aumento discreto do volume da glândula, sim. Os estudos mostram que essa mudança costuma ser modesta, principalmente nos primeiros meses de tratamento. Isso não significa crescimento descontrolado, nem o mesmo efeito para todos os homens. O ponto mais importante é outro: um pequeno aumento de volume não significa, automaticamente, piora dos sintomas urinários. Em muitos pacientes com sintomas leves a moderados, o tratamento não piora o jato urinário, a frequência ou o esvaziamento. Em alguns casos, o quadro pode até permanecer estável. Parte do medo existe porque muita gente mistura três assuntos diferentes: Essas coisas não são a mesma conversa. Também é verdade que um estudo grande com homens idosos e deficiência hormonal encontrou associação entre o tratamento e aumento do risco de hiperplasia prostática benigna. Isso não significa que todo homem vai desenvolver problema

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Nem todo cansaço após os 60 anos é consequência da idade

O envelhecimento provoca mudanças naturais no organismo, mas sintomas como cansaço persistente, perda de força, redução da massa muscular, queda da libido e diminuição da disposição merecem uma investigação adequada. Em alguns homens, esses sinais podem estar relacionados ao hipogonadismo, condição caracterizada pela deficiência de testosterona. Quando o diagnóstico é confirmado por meio da avaliação clínica e de exames laboratoriais, a reposição hormonal pode contribuir para a melhora da energia, da função sexual, da função cognitiva, da composição corporal e da qualidade de vida. No entanto, nem todo homem com níveis baixos de testosterona necessita de reposição. Em alguns casos, a alteração pode ser funcional e estar associada a fatores como estresse, sono inadequado, excesso de peso ou hábitos de vida. Por esse motivo, a indicação do tratamento deve ser individualizada e baseada em uma avaliação completa. Se esses sintomas fazem parte da sua rotina, procure atendimento especializado para investigar

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Sunga, roupa de ciclismo e autoestima masculina: quando a aparência íntima incomoda

Algumas roupas deixam o corpo mais exposto Sungas, roupas de ciclismo e peças mais ajustadas podem fazer alguns homens se sentirem desconfortáveis com o volume ou o contorno da região genital. Esse incômodo pode afetar a confiança Para alguns homens, não é apenas uma questão estética. Pode envolver vergonha, comparação, insegurança e até evitar praia, piscina, esporte ou momentos de exposição. Mas autoestima não deve ser tratada com impulso Antes de buscar qualquer procedimento, é importante entender de onde vem esse incômodo, qual é a expectativa e se existe indicação médica para o caso. O preenchimento pe.niano pode ser uma possibilidade Ele deve ser discutido com responsabilidade, considerando anatomia, segurança, técnica, limites do procedimento e acompanhamento médico. Aparência íntima também merece uma conversa séria Sentir desconforto com o próprio corpo não precisa ser motivo de silêncio. O primeiro passo é uma avaliação individualizada com o urologista. Está incomodado com a

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Após a cirurgia da glândula masculina, o líquido seminal pode mudar?

Quando a cirurgia é realizada para tratar tumor da glândula masculina, toda a glândula é retirada junto com estruturas que participam da formação do líquido seminal. Por isso, depois do procedimento, o homem pode continuar sentindo prazer, mas sem exteriorização do líquido seminal. Já nos tratamentos para aumento benigno da glândula masculina, como RTU e HoLEP, a alteração mais comum não costuma ser perda da sensação de prazer. O que pode acontecer é uma mudança no trajeto do líquido seminal, que passa a seguir para a bexiga em vez de sair pela uretra. Na prática, isso pode causar: Essa alteração é mais comum em procedimentos para aumento benigno da glândula e também pode acontecer com alguns medicamentos usados para melhorar o fluxo urinário. Medicamentos como tansulosina e doxazosina também podem causar alteração no volume ou no padrão da saída do líquido seminal em alguns homens. Em casos selecionados de aumento

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Urofill: o que o homem precisa saber antes do preenchimento pe.niano?

Não é só sobre volume Antes de pensar no procedimento, é preciso entender indicação, expectativas, anatomia e segurança. A decisão deve ser médica, não baseada em comparação ou insegurança. Nem todo homem tem indicação A avaliação urológica analisa histórico de saúde, queixas, uso de medicamentos, expectativas e possíveis contraindicações. Expectativa real importa O preenchimento pe.niano pode ter indicação em casos selecionados, mas não deve ser tratado como promessa de desempenho, autoestima ou resultado padrão. Cada caso precisa ser avaliado individualmente. Segurança vem antes da estética Tipo de produto, técnica, quantidade aplicada e acompanhamento fazem diferença no resultado e na segurança. Está considerando o Urofill? Agende uma avaliação para entender se faz sentido para o seu caso.

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Radioterapia da glândula masculina pode afetar a qualidade de vida íntima?

Sim, isso pode acontecer. Mas, em geral, o impacto não costuma aparecer da mesma forma que após a cirurgia. Enquanto algumas mudanças cirúrgicas podem surgir logo no início do pós-operatório, após a radioterapia é mais comum que as alterações apareçam de forma gradual ao longo do tempo. Entre as possíveis mudanças, podem ocorrer: Isso acontece porque a radiação pode afetar vasos, nervos e tecidos envolvidos na resposta vascular local. Com o tempo, esse processo pode comprometer circulação, sensibilidade e função, especialmente quando existe inflamação progressiva dos tecidos. Ou seja: o fato de não ter havido cirurgia não significa ausência de impacto funcional.

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Próstata aumentada: quais opções realmente ajudam a reduzir?

Quando existe aumento benigno da glândula prostática, a redução do volume pode ser feita com medicação ou com procedimentos específicos, dependendo do tamanho da glândula, da intensidade dos sintomas e do impacto na rotina do paciente. Entre os medicamentos mais usados estão finasterida e dutasterida. Essas medicações atuam reduzindo estímulos hormonais que favorecem o crescimento da glândula e, com o uso contínuo, podem levar a uma redução aproximada de 20% do volume ao longo do tempo. Já nos casos em que se busca uma resposta mais efetiva, existem procedimentos modernos feitos por via endoscópica, sem corte externo, como o HoLEP. Nessa técnica, a parte interna da glândula que comprime a passagem da urina é removida, o que pode reduzir de forma importante o volume e melhorar os sintomas com menor sangramento e menor tempo de internação. Além disso, atualmente também existem outras abordagens menos invasivas, que em alguns casos podem

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Como o citrato de potássio ajuda a prevenir cálculos renais

O citrato de potássio não “quebra” a pedra. Ele ajuda a reduzir o ambiente favorável para a formação de novos cálculos. Ou seja: entra mais na prevenção do que na remoção. 1. Ele aumenta o citrato na urina. E isso importa porque o citrato se liga ao cálcio na urina. Quando isso acontece, o cálcio tem mais dificuldade para formar cristais com oxalato e fosfato. Resultado: menor risco de cálculos de cálcio. 2. Ele deixa a urina menos ácida. Depois de ser metabolizado, o citrato ajuda a elevar o pH urinário. Na prática, isso torna a urina menos ácida. E esse detalhe é importante porque alguns cálculos se formam justamente em urina mais ácida. Quando o pH urinário sobe, o citrato de potássio pode ajudar a prevenir principalmente cálculos de ácido úrico e cálculos de cistina. 3. Ele reduz a supersaturação de substâncias que formam pedra. De forma simples: menos

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