Nem todo cansaço após os 60 anos é consequência da idade

O envelhecimento provoca mudanças naturais no organismo, mas sintomas como cansaço persistente, perda de força, redução da massa muscular, queda da libido e diminuição da disposição merecem uma investigação adequada.

Em alguns homens, esses sinais podem estar relacionados ao hipogonadismo, condição caracterizada pela deficiência de testosterona. Quando o diagnóstico é confirmado por meio da avaliação clínica e de exames laboratoriais, a reposição hormonal pode contribuir para a melhora da energia, da função sexual, da função cognitiva, da composição corporal e da qualidade de vida.

No entanto, nem todo homem com níveis baixos de testosterona necessita de reposição. Em alguns casos, a alteração pode ser funcional e estar associada a fatores como estresse, sono inadequado, excesso de peso ou hábitos de vida.

Por esse motivo, a indicação do tratamento deve ser individualizada e baseada em uma avaliação completa.

Se esses sintomas fazem parte da sua rotina, procure atendimento especializado para investigar as possíveis causas e definir a conduta mais adequada para a sua saúde.

UROLOGISTA EM REGISTRO/SP

Excelência em saúde masculina

Mais que um médico, um parceiro em sua qualidade de vida!

Dr. Guilherme Seimaru • Urologista

Este site tem caráter informativo e educacional. O paciente jamais deve usar seu conteúdo para autodiagnóstico ou autotratamento.

Nem todo cansaço após os 60 anos é consequência da idade

O envelhecimento provoca mudanças naturais no organismo, mas sintomas como cansaço persistente, perda de força, redução da massa muscular, queda da libido e diminuição da disposição merecem uma investigação adequada. Em alguns homens, esses sinais podem estar relacionados ao hipogonadismo, condição caracterizada pela deficiência de testosterona. Quando o diagnóstico é confirmado por meio da avaliação clínica e de exames laboratoriais, a reposição hormonal pode contribuir para a melhora da energia, da função sexual, da função cognitiva, da composição corporal e da qualidade de vida. No entanto, nem todo homem com níveis baixos de testosterona necessita de reposição. Em alguns casos, a alteração pode ser funcional e estar associada a fatores como estresse, sono inadequado, excesso de peso ou hábitos de vida. Por esse motivo, a indicação do tratamento deve ser individualizada e baseada em uma avaliação completa. Se esses sintomas fazem parte da sua rotina, procure atendimento especializado para investigar

Leia mais

Diferença de tamanho na região testicular é normal?

Em muitos casos, sim. É comum existir uma pequena diferença de tamanho ou posição entre os dois lados da região testicular. Um deles pode ficar um pouco mais baixo ou parecer discretamente maior, e isso, sozinho, nem sempre significa doença. O que merece mais atenção é quando essa diferença aparece de forma mais evidente ou vem acompanhada de outros sinais, como: Nessas situações, pode ser necessário investigar causas como dilatação venosa local, acúmulo de líquido, inflamação ou outras alterações da região escrotal. Ou seja: uma leve assimetria pode ser normal. Já mudança recente, dor ou aumento de volume não devem ser ignorados. Se existir dúvida, a avaliação médica é o caminho mais seguro para entender o que está acontecendo.

Leia mais

Urofill: o que o homem precisa saber antes do preenchimento pe.niano?

Não é só sobre volume Antes de pensar no procedimento, é preciso entender indicação, expectativas, anatomia e segurança. A decisão deve ser médica, não baseada em comparação ou insegurança. Nem todo homem tem indicação A avaliação urológica analisa histórico de saúde, queixas, uso de medicamentos, expectativas e possíveis contraindicações. Expectativa real importa O preenchimento pe.niano pode ter indicação em casos selecionados, mas não deve ser tratado como promessa de desempenho, autoestima ou resultado padrão. Cada caso precisa ser avaliado individualmente. Segurança vem antes da estética Tipo de produto, técnica, quantidade aplicada e acompanhamento fazem diferença no resultado e na segurança. Está considerando o Urofill? Agende uma avaliação para entender se faz sentido para o seu caso.

Leia mais

Após a cirurgia da glândula masculina, o líquido seminal pode mudar?

Quando a cirurgia é realizada para tratar tumor da glândula masculina, toda a glândula é retirada junto com estruturas que participam da formação do líquido seminal. Por isso, depois do procedimento, o homem pode continuar sentindo prazer, mas sem exteriorização do líquido seminal. Já nos tratamentos para aumento benigno da glândula masculina, como RTU e HoLEP, a alteração mais comum não costuma ser perda da sensação de prazer. O que pode acontecer é uma mudança no trajeto do líquido seminal, que passa a seguir para a bexiga em vez de sair pela uretra. Na prática, isso pode causar: Essa alteração é mais comum em procedimentos para aumento benigno da glândula e também pode acontecer com alguns medicamentos usados para melhorar o fluxo urinário. Medicamentos como tansulosina e doxazosina também podem causar alteração no volume ou no padrão da saída do líquido seminal em alguns homens. Em casos selecionados de aumento

Leia mais

Quando o exame seminal vem alterado, o que precisa ser investigado?

Alterações no exame seminal não devem ser vistas apenas como uma questão reprodutiva. Na prática clínica, é comum encontrar pacientes com excesso de peso, sedentarismo, tabagismo, inflamação sistêmica ou desequilíbrios metabólicos apresentando alterações nesses parâmetros. Sabe-se que um organismo em estado inflamatório pode aumentar o estresse oxidativo, o que prejudica o funcionamento adequado do órgão masculino. Com isso, funções importantes da saúde masculina podem ser afetadas. Em alguns casos, alterações no exame seminal podem estar associadas a: Ou seja: nem sempre o exame alterado aponta apenas para dificuldade reprodutiva. Às vezes, ele pode ser um sinal de que o corpo precisa de uma avaliação mais ampla. Por isso, investigar a causa é essencial. Manter exames em dia e cuidar da saúde masculina de forma preventiva ajuda a identificar alterações mais cedo e conduzir o acompanhamento da forma correta.

Leia mais

O que pode mudar na região íntima após a prostatectomia radical?

Quando se fala em prostatectomia radical, muita gente pensa apenas no tratamento da doença. Mas o pós-operatório também pode trazer mudanças que precisam ser entendidas com clareza. Após a cirurgia, alguns homens passam um período com redução importante da resposta erétil e menos episódios espontâneos de rigidez. Com isso, pode haver menor oxigenação dos tecidos da região íntima e alteração na capacidade de expansão local. Na prática, isso pode contribuir para: Por isso, o cuidado após a cirurgia não deve focar apenas na recuperação funcional imediata, mas também na preservação da saúde dos tecidos. Em muitos casos, a reabilitação precoce pode incluir: Essa investigação ajuda a evitar condutas pouco eficazes e também a direcionar melhor tratamentos mais específicos, quando necessários. Apesar de ser um cenário desafiador, existem estratégias de reabilitação, acompanhamento e tratamento para várias dessas mudanças. Entender isso cedo ajuda a planejar melhor o pós-operatório e a buscar ajuda

Leia mais

Próstata aumentada: quais opções realmente ajudam a reduzir?

Quando existe aumento benigno da glândula prostática, a redução do volume pode ser feita com medicação ou com procedimentos específicos, dependendo do tamanho da glândula, da intensidade dos sintomas e do impacto na rotina do paciente. Entre os medicamentos mais usados estão finasterida e dutasterida. Essas medicações atuam reduzindo estímulos hormonais que favorecem o crescimento da glândula e, com o uso contínuo, podem levar a uma redução aproximada de 20% do volume ao longo do tempo. Já nos casos em que se busca uma resposta mais efetiva, existem procedimentos modernos feitos por via endoscópica, sem corte externo, como o HoLEP. Nessa técnica, a parte interna da glândula que comprime a passagem da urina é removida, o que pode reduzir de forma importante o volume e melhorar os sintomas com menor sangramento e menor tempo de internação. Além disso, atualmente também existem outras abordagens menos invasivas, que em alguns casos podem

Leia mais

Insulina alta pode prejudicar a função íntima masculina?

A resistência insulínica é frequente em homens com alteração da função íntima, inclusive em pacientes mais jovens. Na prática clínica, observa-se que homens com diabetes, pré-diabetes ou resistência insulínica podem apresentar piora da rigidez e da resposta funcional. Isso acontece porque níveis altos de insulina podem comprometer a circulação local e reduzir a capacidade de vasodilatação, interferindo em mecanismos importantes da resposta vascular masculina. Em alguns casos, esse impacto pode ocorrer mesmo em homens que já utilizam medicações específicas para melhorar a circulação local. E o problema não para aí. Com o tempo, quando diabetes ou resistência insulínica não são tratados adequadamente, pode haver prejuízo estrutural progressivo dos tecidos, com impacto maior na função e na qualidade de vida. Por isso, cuidar da saúde metabólica também é cuidar da saúde masculina como um todo.

Leia mais

Como o citrato de potássio ajuda a prevenir cálculos renais

O citrato de potássio não “quebra” a pedra. Ele ajuda a reduzir o ambiente favorável para a formação de novos cálculos. Ou seja: entra mais na prevenção do que na remoção. 1. Ele aumenta o citrato na urina. E isso importa porque o citrato se liga ao cálcio na urina. Quando isso acontece, o cálcio tem mais dificuldade para formar cristais com oxalato e fosfato. Resultado: menor risco de cálculos de cálcio. 2. Ele deixa a urina menos ácida. Depois de ser metabolizado, o citrato ajuda a elevar o pH urinário. Na prática, isso torna a urina menos ácida. E esse detalhe é importante porque alguns cálculos se formam justamente em urina mais ácida. Quando o pH urinário sobe, o citrato de potássio pode ajudar a prevenir principalmente cálculos de ácido úrico e cálculos de cistina. 3. Ele reduz a supersaturação de substâncias que formam pedra. De forma simples: menos

Leia mais

Reposição hormonal e próstata: o tratamento faz a glândula aumentar?

Essa é uma dúvida muito comum no consultório. A resposta curta é: pode haver um aumento discreto do volume da glândula, sim. Os estudos mostram que essa mudança costuma ser modesta, principalmente nos primeiros meses de tratamento. Isso não significa crescimento descontrolado, nem o mesmo efeito para todos os homens. O ponto mais importante é outro: um pequeno aumento de volume não significa, automaticamente, piora dos sintomas urinários. Em muitos pacientes com sintomas leves a moderados, o tratamento não piora o jato urinário, a frequência ou o esvaziamento. Em alguns casos, o quadro pode até permanecer estável. Parte do medo existe porque muita gente mistura três assuntos diferentes: Essas coisas não são a mesma conversa. Também é verdade que um estudo grande com homens idosos e deficiência hormonal encontrou associação entre o tratamento e aumento do risco de hiperplasia prostática benigna. Isso não significa que todo homem vai desenvolver problema

Leia mais

Fitoterápicos aumentam a testosterona?

Nem tudo que promete “subir testosterona” tem evidência real. A indústria vende muito. A ciência é bem mais criteriosa. Uma revisão que avaliou 13 ervas em 32 estudos encontrou evidência mais consistente para apenas 2: – feno-grego; – ashwagandha. O ginseng vermelho aparece como opção com dados mais limitados. O que mostrou melhor sinal nos estudos? Feno-grego Efeito modesto, mas relativamente consistente em testosterona total e livre em alguns homens. Ashwagandha Resultados mais expressivos em populações específicas, especialmente homens com oligospermia usando doses altas por 12 semanas. E os queridinhos populares? Alguns dos mais falados continuam sem bom respaldo para aumento relevante de testosterona em homens: – Tribulus terrestris; – Maca. Ou seja: fama não é a mesma coisa que evidência. Mas atenção para um detalhe importante! Os resultados mais animadores não apareceram em qualquer homem. Em muitos casos, os maiores efeitos foram observados em grupos específicos, como homens com

Leia mais

O que influencia o crescimento pe.niano?

Essa é uma dúvida comum, mas muita gente ainda procura resposta em lugar errado. O crescimento pe.niano não depende de receita caseira, suplemento milagroso ou exercício aleatório. Ele segue, principalmente, a biologia do corpo. O principal fator é hormonal. Durante a puberdade, o crescimento pe.niano depende principalmente da ação da testosterona e de outros hormônios do desenvolvimento. É nessa fase que o corpo responde com mais intensidade. Se houver atraso puberal, deficiência hormonal ou alteração do desenvolvimento nessa fase, isso pode interferir no crescimento. Por isso, em alguns casos, investigar cedo é importante. Genética também pesa. Assim como altura, barba, voz e composição corporal, o desenvolvimento pe.niano também sofre influência genética. Ou seja: não existe um padrão único para todos os homens. Peso corporal e gordura localizada podem mudar a percepção. Em alguns homens, excesso de gordura na região pubiana pode “esconder” parte do comprimento visível. Nesses casos, a sensação

Leia mais